{"id":597,"date":"2015-04-03T02:43:23","date_gmt":"2015-04-03T02:43:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.umsocorpo.com.br\/site\/historia-dos-hebreus\/?p=597"},"modified":"2015-04-03T02:43:23","modified_gmt":"2015-04-03T02:43:23","slug":"capitulo-5-antipatro-leva-aretas-rei-dos-arabes-a-ajudar-a-hircano-para-restaura-lo-em-seu-reino-aretas-derrota-aristobulo-num-combate-e-o-sitia-em-jerusalem-escauro-general-de-um-exercito-rom","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-5-antipatro-leva-aretas-rei-dos-arabes-a-ajudar-a-hircano-para-restaura-lo-em-seu-reino-aretas-derrota-aristobulo-num-combate-e-o-sitia-em-jerusalem-escauro-general-de-um-exercito-rom\/","title":{"rendered":"Cap\u00edtulo 5 &#8211; Ant\u00edpatro leva Aretas, rei dos \u00e1rabes, a ajudar a Hircano, para restaur\u00e1-lo em seu reino. Aretas derrota Aristobulo num combate e o sitia em Jerusal\u00e9m. Escauro, general de um ex\u00e9rcito romano, conquistado por Aristobulo, obriga-o a levantar o cerco e Aristobulo obt\u00e9m, em seguida, uma grande vit\u00f3ria sobre os \u00e1rabes. Hircano e Arist\u00f3bulo recorrem a Pompeu. Arist\u00f3bulo trata com ele, mas, n\u00e3o podendo executar o que tinha prometido, Pompeu conserva-o prisioneiro, sitia e toma Jerusal\u00e9m. Alexandre, que era o mais velho de seus filhos, salva-se a caminho."},"content":{"rendered":"<p>O poder de Arist\u00f3bulo, que se encontrou por uma felicidade inesperada, de posse do trono, encheu de admira\u00e7\u00e3o os que n\u00e3o o estimavam; mais particularmen\u00adte, Ant\u00edpatro, porque desde muito tempo o odiava. Ele era idumeu e o mais podero\u00adso de sua na\u00e7\u00e3o, quer pela sua descend\u00eancia quer pelas suas riquezas e por seu pr\u00f3prio m\u00e9rito. Assim, ele aconselhou Hircano a fugir para junto de Aretas, rei dos \u00e1rabes, para reconquistar o reino por seu interm\u00e9dio; exortou ao mesmo tempo Aretas, que n\u00e3o recusasse a um pr\u00edncipe, injustamente oprimido, o aux\u00edlio que lhe seria t\u00e3o glorioso dar-lho; e para lev\u00e1-lo mais facilmente ao que ele desejava, disse tudo o que podia de bem sobre Hircano, e tudo o que podia de mal, acerca de Arist\u00f3bulo. Tendo disposto Hircano a fugir e Aretas a receb\u00ea-lo, f\u00ea-lo sair \u00e0 noite, de Jerusal\u00e9m, e o levou rapidamente \u00e0 Ar\u00e1bia, \u00e0 cidade de Petra, onde o entregou a esse pr\u00edncipe; obteve por sua insist\u00eancia e por seus presentes que o ajudasse a se restabe\u00adlecer em seu reino. O rei dos \u00e1rabes entrou depois na Jud\u00e9ia com um ex\u00e9rcito de cinq\u00fcenta mil homens e como Arist\u00f3bulo n\u00e3o estava bem preparado para lhe resis\u00adtir, foi vencido no primeiro combate e obrigado a fugir para Jerusal\u00e9m. Aretas l\u00e1 o foi sitiar e o teria aprisionado, se os romanos n\u00e3o o tivessem livrado daquele perigo, pelo fato que passo a narrar: Quando Pompeu, o Grande, fazia a guerra na Arm\u00eania, ele mandou Escauro \u00e0 S\u00edria, com um ex\u00e9rcito. Ao chegar a Damasco, soube que Metello e L\u00f3llio j\u00e1 a tinham aprisionado e se haviam retirado. Tendo sabido do que se passava na Jud\u00e9ia, para l\u00e1 se dirigiu, na esperan\u00e7a de aproveitar tamb\u00e9m. Quando estava para entrar, os dois irm\u00e3os mandaram-lhe, cada um, embaixadores para pe\u00addir-lhe o seu aux\u00edlio e quatrocentos talentos, que Arist\u00f3bulo lhe deu, e levaram-no \u00e0 justi\u00e7a da causa de Hircano. Escauro, apenas os recebeu, ordenou-lhe e aos \u00e1rabes em nome de Pompeu e dos romanos, que levantassem o cerco, amea\u00e7ando-os, se n\u00e3o o fizessem, a lhes declarar guerra. O temor de ter de enfrentar inimigos t\u00e3o tem\u00edveis, obrigou Aretas a se retirar e Escauro regressou a Damasco. Arist\u00f3bulo n\u00e3o se contentou de se ver em seguran\u00e7a, mas reuniu muitas tropas, perseguiu Aretas e Hircano, alcan\u00e7ou-os, atacou-os num lugar denominado Papirom, matando cerca de sete mil deles, dentre os quais C\u00e9falo, irm\u00e3o de Ant\u00edpatro.<\/p>\n<p>Hircano e Ant\u00edpatro, n\u00e3o podendo mais esperar socorro algum dos \u00e1ra\u00adbes, julgaram dever recorrer \u00e0 mesma pot\u00eancia dos romanos, que os havia privado do seu aux\u00edlio. Dirigiram-se para isso a Pompeu, logo que ele chegou a Da\u00admasco e depois de lhe ter feito grandes presentes e apresentado, para anim\u00e1-lo contra Aristobulo, as mesmas raz\u00f5es de que se tinham servido para persuadir a Aretas, rogaram-no que o restabelecesse num reino que lhe pertencia por direito de nascimento, como o mais velho e do qual sua virtude o tornava digno. Aristobulo, que esperava, por ter conquistado Escauro com presentes, n\u00e3o dei\u00adxou de ir logo falar com Pompeu, levando consigo uma equipagem real. Mas depois de l\u00e1 ter passado algum tempo, refletiu e n\u00e3o se p\u00f4de decidir a prestar-lhe homenagens, que lhe pareciam indignas de um soberano; e assim, regressou a Di\u00f3spolis. Pompeu, ofendido com essa retirada, solicitado por Hircano e pelos de seu partido, marchou contra Aristobulo, com legi\u00f5es e um grande n\u00famero de tropas auxiliares da S\u00edria. Depois de ter passado por Pella e Di\u00f3spolis, chegou a Core, que est\u00e1 na fronteira da Jud\u00e9ia; no meio da regi\u00e3o, ele soube que Aristobulo se tinha refugiado em Alexandriom, num castelo muito forte, sitiado sobre uma alta montanha, e rogou-lhe que lhe viesse falar. Uma maneira de agir t\u00e3o imperi\u00adosa pareceu intoler\u00e1vel a Aristobulo, e ele resolveu tudo arriscar antes que se lhe submeter; mas o terror de todos os seus e os rogos dos amigos que lhe pediam considerar a impossibilidade de resistir a t\u00e3o grande poder, como o dos roma\u00adnos, obrigaram-no, contra sua vontade, a ir falar com Pompeu. Ele lhe disse das raz\u00f5es que o deviam manter na posse do reino e voltou em seguida ao seu caste\u00adlo. De l\u00e1 saiu uma segunda vez, a inst\u00e2ncias de Hircano; depois de ter com ele altercado sobre o seu direito, regressou ainda, sem que Pompeu lho tivesse im\u00adpedido. Seu esp\u00edrito hesitava entre o temor e a esperan\u00e7a, sem saber a que se resolver; ele saiu ent\u00e3o outras vezes de seu pal\u00e1cio para ir procurar Pompeu, com a delibera\u00e7\u00e3o de fazer tudo o que ele desejasse; mas, sempre que estava na metade do caminho, o temor de fazer algo indigno de um rei, fazia-o voltar atr\u00e1s. Pompeu, tendo sabido que ele tinha proibido aos que comandava, em suas pra\u00e7as, obedecer a ordem alguma, se n\u00e3o fosse escrita por ele mesmo, orde\u00adnou-lhe que escrevesse a todos e ele n\u00e3o p\u00f4de deixar de o fazer; esta viol\u00eancia impressionou-o t\u00e3o sensivelmente, que ele se retirou para Jerusal\u00e9m, com a reso\u00adlu\u00e7\u00e3o de se preparar para a guerra. Pompeu, para n\u00e3o lhe dar ocasi\u00e3o a isso, seguiu-o logo depois e apressou tanto a marcha, que recebeu a not\u00edcia da morte de Mitr\u00eddates, quando estava perto de Jerico. Este pa\u00eds, o mais f\u00e9rtil da Jud\u00e9ia, \u00e9 muito rico de palmeiras e de b\u00e1lsamo, que \u00e9 o mais precioso de todos os perfu\u00admes e se destila gota a gota das plantas que o produzem, depois de t\u00ea-las ferido, com pedras bem afiadas. Pompeu l\u00e1 passou apenas uma noite, e partiu ao alvo\u00adrecer, a fim de marchar para Jerusal\u00e9m. T\u00e3o grande solicitude espantou Arist\u00f3bulo. Ele foi procur\u00e1-lo, recorreu aos rogos, prometeu-lhe uma grande soma e disse-lhe que s\u00f3 querendo recorrer \u00e0 sua prote\u00e7\u00e3o, ele entregava-lhe Jerusal\u00e9m e sua pessoa. Assim acalmou a c\u00f3lera de Pompeu, mas n\u00e3o p\u00f4de fazer o que tinha prometido, pois Gab\u00ednio, tendo ido para receber o dinheiro, os que comanda\u00advam a pra\u00e7a, em nome desse pr\u00edncipe, n\u00e3o Iho quiseram dar, nem lhe abriram as portas. Pompeu ficou t\u00e3o irritado, que reteve Arist\u00f3bulo prisioneiro e avan\u00e7ou para a cidade. Depois de t\u00ea-la observado, para ver de que lado a poderia atacar, achou que os muros eram t\u00e3o fortes que seria muito dif\u00edcil derrib\u00e1-los; mas o vale, que lhe estava aos p\u00e9s, era de uma profundidade espantosa e o Templo, que estava perto, estava t\u00e3o fortificado que, quando mesmo a cidade fosse to\u00admada, ele poderia servir ao ref\u00fagio aos inimigos. Enquanto deliberava, para exe\u00adcutar t\u00e3o grande empreendimento, os judeus dividiram-se em Jerusal\u00e9m. Os que eram do partido de Arist\u00f3bulo diziam que nada era mais justo do que a guerra, para a libera\u00e7\u00e3o de seu rei. Os que favoreciam a Hircano e temiam o poder dos romanos e sustentavam, ao contr\u00e1rio, que era necess\u00e1rio abrirem-se as portas a Pompeu. Estes eram os mais fortes, e os partid\u00e1rios de Arist\u00f3bulo retiraram-se para o Templo, cortaram a ponte que o separava da cidade, a fim de poderem resistir at\u00e9 o fim. Os outros receberam os romanos e entregaram-lhes o pal\u00e1cio real. Pompeu para l\u00e1 mandou imediatamente a Pis\u00e3o, um dos chefes, com mui\u00adtos soldados, e como j\u00e1 n\u00e3o se tinha mais nenhuma esperan\u00e7a de acordo, ele s\u00f3 pensou em preparar todas as coisas necess\u00e1rias para sitiar e for\u00e7ar o Templo, e seus amigos o ajudaram com todas as suas posses e com muito afeto.<\/p>\n<p>Este grande general atacou a pra\u00e7a do lado do Setentri\u00e3o e determinou, para esse fim, encher o vale e as fossas. O trabalho foi ingente, quer pela grande profun\u00addidade, que pela resist\u00eancia dos judeus e pela vantagem que eles tinham de comba\u00adter de um lugar elevado, de que os romanos jamais se teriam apoderado se Pompeu, que sabia que os judeus nada faziam no dia de s\u00e1bado, a n\u00e3o ser o que era necess\u00e1rio para se sustentar e defender a vida, n\u00e3o tivesse ordenado aos seus soldados que cessassem naquele dia todos os atos de hostilidades e se contentassem em adiantar a obra. Assim se fez; o vale foi cheio e Pompeu fez erguerem-se sobre ele alt\u00edssimas torres, que n\u00e3o eram menos fortes e espa\u00e7osas do que belas; ao mesmo tempo em que ele batia a pra\u00e7a com m\u00e1quinas, que tinha mandado vir de Tiro, os soldados que guarneciam aquelas torres repeliam a golpes de dardos os que defendiam as muralhas. O incr\u00edvel valor que os judeus demonstraram durante todo esse ass\u00e9dio e que custou tantas dificuldades aos romanos, causou admira\u00e7\u00e3o a Pompeu e ele consta\u00adtou, com n\u00e3o menor espanto, que, mesmo no meio do perigo e no maior calor do combate, eles observavam todas as cerim\u00f4nias da sua religi\u00e3o e ofereciam todos os dias sacrif\u00edcios a Deus, como se estivessem em plena paz.<\/p>\n<p>Por fim, depois de tr\u00eas meses de cerco, durante o qual os romanos somente puderam destruir uma torre, Pompeu tomou o Templo de assalto. Corn\u00e9lio Fausto, filho de Sila, foi o primeiro que l\u00e1 entrou, pela brecha; F\u00fario e F\u00e1bio, seguidos de suas companhias, entraram logo depois dele. Os judeus, ent\u00e3o, rodeados e ataca\u00addos de todos os lados, foram mortos pelos romanos, quando fugiam para o Tem\u00adplo ou ofereciam resist\u00eancia. V\u00e1rios dos sacerdotes que estavam ocupados nas fun\u00e7\u00f5es do seu minist\u00e9rio, viram-nos, sem se assustar, vir de espada na m\u00e3o; prefe\u00adrindo o culto de Deus \u00e0 pr\u00f3pria vida, deixaram-se matar, continuando a oferecer o incenso e as adora\u00e7\u00f5es que lhe s\u00e3o devidas. Os judeus do partido de Pompeu n\u00e3o pouparam nem aos da pr\u00f3pria na\u00e7\u00e3o, que tinham seguido a Arist\u00f3bulo, e a maior parte dos que escaparam ao seu furor, ou se precipitaram do alto dos rochedos ou puseram fogo em tudo o que os rodeava, lan\u00e7ando-se nas chamas, o que era efeito do seu desespero. Assim, doze mil judeus pereceram; ao contr\u00e1rio, muito poucos romanos morreram; muitos, por\u00e9m, ficaram feridos.<\/p>\n<p>Em t\u00e3o grande desola\u00e7\u00e3o e no meio de tantos males juntamente, nada feriu os judeus com t\u00e3o violenta dor, nem lhes pareceu t\u00e3o intoler\u00e1vel, como ver a parte mais interior do Templo, chamada Santo dos Santos, exposta aos olhos dos estrangeiros e dos profanos, o que jamais havia acontecido. Pompeu l\u00e1 entrou com os seus, o que era permitido somente ao sumo sacerdote, e eles viram o grande candelabro, as l\u00e2mpadas e a mesa de ouro, todos os vasos tamb\u00e9m de ouro, de que se serviam para as incensa\u00e7\u00f5es, uma grande quantidade de perfu\u00admes mui preciosos e o dinheiro sagrado que perfazia o total de dois mil talentos. Pompeu n\u00e3o tocou em nenhuma de todas essas coisas nem no mais, consagrado ao servi\u00e7o de Deus e no dia seguinte \u00e0 tomada do Templo, ordenou aos que lhe tinham a guarda, que o purificassem e oferecessem os sacrif\u00edcios costumeiros.<\/p>\n<p>Como Hircano o tinha ajudado muito nesse cerco e impedido que uma gran\u00adde multid\u00e3o de judeus se declarasse contra os romanos, em favor de Arist\u00f3bulo, ele o confirmou no cargo de sumo sacerdote, e pelo proceder digno de um homem, constitu\u00eddo em t\u00e3o grande autoridade, em vez de empregar a for\u00e7a para se fazer temer, ele ganhou, pela mansid\u00e3o e pela bondade, o cora\u00e7\u00e3o e o afeto do povo. O sogro de Arist\u00f3bulo, que era tamb\u00e9m seu tio, estava entre os prisioneiros. Pompeu mandou cortar a cabe\u00e7a aos que haviam sido os principais autores da revolta, deu a Corn\u00e9lio Fausto e aos outros que se haviam distinguido nesta guerra as recompensas mais gloriosas que um valor extraordin\u00e1rio pode merecer; imp\u00f4s um tributo a Jeru\u00adsal\u00e9m e a toda a prov\u00edncia, tirou as cidades dos judeus, que eles haviam tomado na baixa S\u00edria, colocou-as, como as cidades gregas, sob a jurisdi\u00e7\u00e3o do governador, que as presidia, pelos romanos, naquela prov\u00edncia e estabeleceu assim a jud\u00e9ia, em seus limites. Restabeleceu em favor de Dem\u00e9trio, um de seus libertos, a cidade de Gadara, de onde ele tinha sua origem e que os judeus tinham destru\u00eddo. Quanto \u00e0s cidades de Hipom, Cit\u00f3polis, Pella, Samaria, Marissa, Azoto, Jamnia e Aretusa, que est\u00e3o no meio das terras e que eles n\u00e3o haviam tido a oportunidade de destruir, como tam\u00adb\u00e9m as de Gaza, Jope, Dora e a Torre de Estrat\u00e3o, depois chamada Cesar\u00e9ia, pelo rei Herodes, que a construiu riquissimamente e que todas est\u00e3o situadas \u00e0 beira-mar, ele as tirou aos judeus, para entreg\u00e1-las aos seus habitantes e as anexou \u00e0 S\u00edria. Depois de ter dado todas estas ordens e constitu\u00eddo Escauro, governador da jud\u00e9ia, da baixa S\u00edria e dos pa\u00edses que se estendem at\u00e9 o Egito e o Eufrates, voltou rapidamente a Roma pela Cil\u00edcia, levando Arist\u00f3bulo prisioneiro, com suas duas filhas e os dois filhos, Alexandre e Ant\u00edgono, dos quais Alexandre, que era o mais velho, escapou no caminho, e Ant\u00edgono chegou a Roma com seu pai e suas irm\u00e3s.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O poder de Arist\u00f3bulo, que se encontrou por uma felicidade inesperada, de posse do trono, encheu de admira\u00e7\u00e3o os que n\u00e3o o estimavam; mais particularmen\u00adte, Ant\u00edpatro, porque desde muito tempo o odiava. Ele era idumeu e o mais podero\u00adso de sua na\u00e7\u00e3o, quer pela sua descend\u00eancia quer pelas suas riquezas e por seu pr\u00f3prio m\u00e9rito&#8230;. <a href=\"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-5-antipatro-leva-aretas-rei-dos-arabes-a-ajudar-a-hircano-para-restaura-lo-em-seu-reino-aretas-derrota-aristobulo-num-combate-e-o-sitia-em-jerusalem-escauro-general-de-um-exercito-rom\/\">ler mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[18],"tags":[157,168,225,271,279,283,465,533,611,672,689,851,1115,1213,1219,1340,1448,1476,1520,1693,1773,1781,2065,2076,2263,2278,2365,2397,2516,2546,2552,2611,2678,2729,2764,2843,2989,3013,3054,3118,3183],"class_list":["post-597","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livro-primeiro-ii-parte-guerra-dos-judeus-contra-os-romanos","tag-ajudar","tag-alexandre","tag-antipatro","tag-arabes","tag-aretas","tag-aristobulo","tag-caminho","tag-cerco","tag-combate","tag-conquistado","tag-conservao","tag-derrota","tag-escauro","tag-executar","tag-exercito","tag-filhos","tag-general","tag-grande","tag-hircano","tag-jerusalem","tag-leva","tag-levantar","tag-obrigao","tag-obtem","tag-podendo","tag-pompeu","tag-prisioneiro","tag-prometido","tag-recorrem","tag-rei","tag-reino","tag-restauralo","tag-romano","tag-salvase","tag-seguida","tag-sitia","tag-tinha","tag-toma","tag-trata","tag-velho","tag-vitoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/597","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=597"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/597\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=597"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=597"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=597"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}