{"id":577,"date":"2015-04-03T02:33:34","date_gmt":"2015-04-03T02:33:34","guid":{"rendered":"http:\/\/www.umsocorpo.com.br\/site\/historia-dos-hebreus\/?p=577"},"modified":"2015-04-03T02:33:34","modified_gmt":"2015-04-03T02:33:34","slug":"capitulo-8-albino-sucede-a-festo-no-governo-da-judeia-e-o-rei-agripa-da-e-tira-diversas-vezes-o-sumo-sacerdocio-anano-sumo-sacerdote-manda-matar-tiago-agripa-engrandece-e-embeleza-a-cidade-de-ce","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-8-albino-sucede-a-festo-no-governo-da-judeia-e-o-rei-agripa-da-e-tira-diversas-vezes-o-sumo-sacerdocio-anano-sumo-sacerdote-manda-matar-tiago-agripa-engrandece-e-embeleza-a-cidade-de-ce\/","title":{"rendered":"Cap\u00edtulo 8 &#8211; Albino sucede a Festo no governo da jud\u00e9ia e o rei Agripa d\u00e1 e tira diversas vezes o sumo sacerd\u00f3cio. Anano, sumo sacerdote, manda matar Tiago. Agripa engrandece e embeleza a cidade de Cesar\u00e9ia de Filipe e a chama Neroniana. Gra\u00e7as que ele concede aos levitas. Rela\u00e7\u00e3o de todos os sumos sacerdotes desde Aar\u00e3o."},"content":{"rendered":"<p>Morrendo Festo, Nero deu o governo da Jud\u00e9ia a Albino e o rei Agripa tirou o sumo sacerd\u00f3cio de Jos\u00e9 para d\u00e1-lo a Anano. Anano, o pai, foi consi\u00adderado como um dos homens mais felizes do mundo, pios gozou quanto quis dessa grande dignidade e teve cinco filhos que a possu\u00edram tamb\u00e9m depois dele; o que jamais aconteceu a qualquer outro. Anano, um dos de que n\u00f3s falamos agora, era homem ousado e empreendedor, da seita dos saduceus, que, como dissemos, s\u00e3o os mais severos de todos judeus e os mais rigorosos nos julgamentos. Ele aproveitou o tempo da morte de Festo, e Albino ainda n\u00e3o tinha chegado, para reunir um conselho, diante do qual fez comparecer Tiago, irm\u00e3o de Jesus, chamado Cristo, e alguns outros; acusou-os de terem desobedecido \u00e0s leis e os condenou ao apedrejamento. Esse ato desagradou muito a todos os habitantes de Jerusal\u00e9m, que eram piedosos e tinham verda\u00addeiro amor pela observ\u00e2ncia de nossas leis. Mandaram secretamente pedir ao rei Agripa que ordenasse a Anano, nada mais fazer de semelhante, pois o que ele fizera, n\u00e3o se podia desculpar. Alguns deles foram \u00e0 presen\u00e7a de Albino, que ent\u00e3o tinha partido de Alexandria, para inform\u00e1-lo do que se havia passa\u00addo e dizer-lhe que Anano n\u00e3o podia nem devia ter reunido aquele conselho sem sua licen\u00e7a. Ele aceitou estas desculpas e escreveu a Anano, encoleriza-do, amea\u00e7ando mandar castig\u00e1-lo. Agripa, vendo-o t\u00e3o irritado, tirou-lhe o sumo sacerd\u00f3cio, que exercera somente durante quatro meses, e a deu a Jesus, filho de Daneu.<\/p>\n<p>Quando Albino chegou a Jerusal\u00e9m, empregou todo o seu cuidado em restituir a calma \u00e0 prov\u00edncia pela morte de uma grande parte dos ladr\u00f5es. Nesse mesmo tempo, Ananias, que era um sacerdote de m\u00e9rito, conquistava o cora\u00e7\u00e3o de todos. N\u00e3o havia quem n\u00e3o o honrasse pela sua liberalidade; n\u00e3o se passava um dia sem que ele n\u00e3o desse presentes a Albino e ao sumo sacerdote. Mas ele tinha servos t\u00e3o maus que iam pelas granjas com outros que n\u00e3o eram melhores do que eles, tomar \u00e0 for\u00e7a as d\u00e9cimas, que pertenciam aos sacerdotes e batiam nos que se recusavam d\u00e1-las. Outros faziam tamb\u00e9m a mesma coisa; assim, os sacerdotes, que n\u00e3o tinham outro meio de vida, achavam-se reduzidos aos ex\u00adtremos, sem que ningu\u00e9m se resolvesse dar um rem\u00e9dio a isso.<\/p>\n<p>Durante uma festa, esses assassinos de que acabamos de falar, entraram \u00e0 noite na cidade e prenderam o secret\u00e1rio de um oficial do ex\u00e9rcito, que era filho do sacerdote Ananias, amarraram-no, levaram-no e mandaram dizer ao pai dele que o soltariam, desde que obtivesse de Albino a liberdade de dez dos seus companheiros, que estavam presos. Esse plano deu resultado. Albino, vendo a necessidade em que Ananias se encontrava de lhe fazer esse pedido, concedeu-lho; isso foi causa de muitos males, porque os ladr\u00f5es sempre encontravam novos meios de apanhar parentes de Ananias e s\u00f3 os restitu\u00edam com semelhantes tro\u00adcas. Assim, seu n\u00famero cresceu ainda mais, sua ousadia aumentou tamb\u00e9m na mesma propor\u00e7\u00e3o e mil males eles causavam a toda a prov\u00edncia.<\/p>\n<p>O rei Agripa aumentou a cidade de Cesar\u00e9ia de Felipe e a chamou de Neroniana, em homenagem a Nero. Mandou tamb\u00e9m construir em Berita um magn\u00edfico teatro, onde dava todos os anos espet\u00e1culos ao povo; mandou distribuir trigo e \u00f3leo aos habitantes, e, para embelezar a cidade, mandou levar a maior parte de tudo o que havia de mais raro no resto de seu reino, para l\u00e1; bem como uma grande quantidade de excelentes est\u00e1tuas dos maiores personagens da antig\u00fcidade. Tal magnific\u00eancia tornou-o odioso aos seus s\u00faditos, porque eles n\u00e3o podiam tolerar que ele despojasse suas cidades dos seus mais belos ornamentos, para embelezar uma cidade estrangeira.<\/p>\n<p>Ele tirou ainda o sumo sacerd\u00f3cio de Jesus, filho de Daneu, para d\u00e1-lo Jesus, filho de Gamaliel. Mas como ele n\u00e3o a deixou de boa vontade, produziu-se entre eles uma grande diverg\u00eancia. Eles faziam-se acompanhar de homens arma\u00addos, chegavam freq\u00fcentemente \u00e0s inj\u00farias e das inj\u00farias, aos fatos.<\/p>\n<p>Ananias continuava a ser o mais ilustre dos sacerdotes, quer por suas gran\u00addes riquezas, quer pela sua liberalidade, que lhe granjeava, cada vez mais, novos amigos.<\/p>\n<p>Costobaro e Saul tinham conseguido um grande n\u00famero de soldados e, como eram de sangue real e parentes do rei, tornaram-se ilustres; mas eram violentos e sempre prontos a oprimir os mais fracos. Foi ent\u00e3o que come\u00e7ou a ru\u00edna da nossa na\u00e7\u00e3o, pois as coisas iam de mal a pior.<\/p>\n<p>Quando Albino soube que G\u00e9ssio Floro vinha para substitu\u00ed-lo, pareceu querer obsequiar os habitantes de Jerusal\u00e9m. Assim, mandou trazer todos os prisioneiros, condenou \u00e0 morte todos os que realmente eram culpados de crime capital, mandou para a pris\u00e3o os que l\u00e1 tinham sido postos por faltas leves e depois lhes deu a liberdade, a troco de dinheiro. Assim esvaziou as pris\u00f5es, e ao mesmo tempo todo o pa\u00eds ficou cheio de ladr\u00f5es.<\/p>\n<p>Os da tribo de Levi, cuja fun\u00e7\u00e3o era cantar hinos em louvor a Deus, obtiveram do rei Agripa, que determinasse em seu conselho, que eles poderiam usar a estola de linho, o que s\u00f3 era permitido aos sacerdotes. Disseram-lhe para isso que, tendo jamais gozado daquela gra\u00e7a, ser-lhe-ia glorioso conceder-lha. Mas ele permitiu ao mesmo tempo \u00e0 outra parte da tribo, que era empregada no servi\u00e7o do Templo, que tamb\u00e9m entoasse, como os demais, hinos e c\u00e2nticos. Todas essas coisas eram contr\u00e1rias \u00e0s nossas leis e jamais foram violadas sem que Deus lhes desse um severo castigo.<\/p>\n<p>As obras do Templo, ent\u00e3o, estavam terminadas; assim, dezoito mil ope\u00adr\u00e1rios que ali eram empregados e pagos pontualmente, ficaram sem trabalho; os habitantes de Jerusal\u00e9m, quiseram dar-lhes uma ocupa\u00e7\u00e3o e um meio de vida; como eles nada desejavam conservar de todo o sagrado tesouro do Templo, para que os romanos dele n\u00e3o se apoderassem, propuseram ao rei Agripa reconstruir a galeria que est\u00e1 do lado do ocidente. Essa galeria estava fora do Templo, num profundo vale, t\u00e3o profundo que seus muros tinham quatrocentas c\u00f4vados de altura e eram constru\u00eddos de pedra quadrada, muito branca, de vinte c\u00f4vados de comprimento e de seis de grossura sendo ainda obra de Salom\u00e3o, que, por pri\u00admeiro, constru\u00edra o Templo. Mas Agripa, ao qual o imperador Cl\u00e1udio tinha en\u00adcarregado de tudo o que se referia \u00e0s repara\u00e7\u00f5es desse edif\u00edcio sagrado, conside\u00adrando a magnitude da empresa, tanto pelo tempo como pela quantidade de dinheiro que seria necess\u00e1rio empregar-se para isso e que, as maiores obras se destr\u00f3em facilmente, n\u00e3o quis dar-lhes consentimento, mas permitiu-lhes, se o quisessem, mandar pavimentar sua cidade, com pedras brancas. Tirou em segui\u00adda o sumo sacerd\u00f3cio, a Jesus, filho da Gamaliel e o deu a Matias, filho de Te\u00f3F\u00edlon, sob cujo sacerd\u00f3cio, a guerra dos judeus come\u00e7ou.<\/p>\n<p>A este prop\u00f3sito, julgo conveniente aqui a s\u00e9rie dos sumos sacerdotes, elevados a esta honra at\u00e9 o fim desta a guerra. O primeiro foi Aar\u00e3o, irm\u00e3o de Mois\u00e9s. Seus filhos sucederam-no e essa grande dignidade sempre permaneceu na sua fam\u00edlia, sem que nenhum outro que n\u00e3o seus descendentes, nem mesmo reis, tenham sido escolhidos para exerc\u00ea-lo. Houve oitenta e tr\u00eas, desde Aar\u00e3o at\u00e9 Fanazo, que os sediciosos elevaram a esse cargo e treze dentre eles o tive\u00adram desde o tempo em que Mois\u00e9s elevou um Tabern\u00e1culo a Deus no deserto at\u00e9 que o povo entrou na Jud\u00e9ia, onde Salom\u00e3o construiu o Templo; no come\u00ad\u00e7o s\u00f3 se provia a essa dignidade depois da morte daquele que a exercia; mas, em seguida, foram substitu\u00eddos, mesmo antes de morrer. Estes treze, eram to\u00addos descendentes dos filhos de Aar\u00e3o e sucederam-se uns aos outros. O gover\u00adno de nossa na\u00e7\u00e3o era ent\u00e3o, aristocr\u00e1tico. A autoridade depois foi posta nas m\u00e3os de um s\u00f3. Por fim, passou para a pessoa dos reis; havia seiscentos e doze anos que nossa na\u00e7\u00e3o tinha deixado o Egito, sob o comando de Mois\u00e9s, quan\u00addo Salom\u00e3o construiu o Templo.<\/p>\n<p>Dezoito outros grandes sacerdotes sucederam a estes treze, durante quatro\u00adcentos e sessenta e seis anos, seis meses e dez dias, que se passaram sob o reina\u00addo dos reis, desde Salom\u00e3o, at\u00e9 que Nabucodonosor, rei de Babil\u00f4nia, depois de ter tomado Jerusal\u00e9m e incendiado o Templo, levou o povo escravo para Babil\u00f4nia e com eles, Josedeque, sumo sacerdote.<\/p>\n<p>Depois do cativeiro de setenta e dois anos, Ciro, rei da P\u00e9rsia, permitiu aos judeus regressar ao seu pa\u00eds, reconstruir o Templo, sendo ent\u00e3o Jesus, filho de Josedeque, sumo sacerdote. Quinze dos seus descendentes, todos sumos sacer\u00addotes, como ele, durante quatrocentos e quatorze anos governaram a Rep\u00fablica, at\u00e9 que o rei Antioco Eupator e L\u00edsias, general de seu ex\u00e9rcito, tendo feito morrer Onias, em Bero\u00e9, o qual era sumo sacerdote, deram esse cargo a Jacim, da fam\u00ed\u00adlia de Aar\u00e3o, n\u00e3o, por\u00e9m, da mesma fam\u00edlia, que o possu\u00edra antes e dele privaram o filho de Onias, que tinha o seu mesmo nome. Esse jovem Onias foi para o Egito onde, tendo ca\u00eddo nas boas gra\u00e7as do rei Ptolomeu e da rainha Cle\u00f3patra, sua mulher, permitiram-lhe construir em Heli\u00f3polis, um Templo semelhante ao de Jerusal\u00e9m, do qual ele foi feito sumo sacerdote, como j\u00e1 dissemos. Jacim morreu no fim de tr\u00eas anos e o sumo sacerd\u00f3cio ficou vago durante sete anos. Quando nossa na\u00e7\u00e3o revoltou-se contra os maced\u00f4nios e escolheu para pr\u00edncipe os da fam\u00edlia dos asmoneus,* J\u00f4natas, um deles, foi escolhido com un\u00e2nime consenti\u00admento, para exercer esse grande cargo. Exerceu-o por sete anos; Trifom f\u00ea-lo morrer \u00e0 trai\u00e7\u00e3o e Sim\u00e3o, seu irm\u00e3o, sucedeu-o. Sim\u00e3o foi assassinado por seu genro num banquete e Hircano, seu filho, foi elevado \u00e0quela honra. Dela ficou de posse, durante trinta e um anos e morreu em idade muito avan\u00e7ada. Judas, seu filho, cognominado Arist\u00f3bulo, sucedeu-o e foi o primeiro que teve o t\u00edtulo de rei. S\u00f3 reinou um ano e Alexandre, seu irm\u00e3o, sucedeu-o no reino e no sumo sacerd\u00f3cio. Reinou vinte e sete anos e deixou ao morrer, Alexandra, sua mulher, como regente, com o poder de estabelecer no cargo de sumo sacerdote, aquele, dos filhos, que bem quisesse. Ela deu-o a Hircano, que o exerceu durante os nove anos em que ela reinou, mas depois que ela morreu, Arist\u00f3bulo, seu irm\u00e3o, que era mais mo\u00e7o do que ele, fez-lhe guerra, venceu-o, obrigou-o a viver vida priva\u00adda e usurpou-lhe ao mesmo tempo, o reino e o sumo sacerd\u00f3cio. Gozou durante tr\u00eas anos de um e de outro, mas Pompeu, depois de ter tomado Jerusal\u00e9m, le\u00advou-o prisioneiro a Roma, com seus filhos, e restabeleceu Hircano no cargo de sumo sacerdote e de pr\u00edncipe do judeus, sem, todavia, dar-lhe o t\u00edtulo de rei. Dele gozou durante vinte e tr\u00eas anos, al\u00e9m dos nove, de que falamos, mas, no fim desse tempo, Pacoro e Barzafarnes, generais do ex\u00e9rcito dos partos, vieram de al\u00e9m do Eufrates, fizeram-lhe guerra, levaram-no prisioneiro e constitu\u00edram rei dos judeus a Ant\u00edgono, filho de Arist\u00f3bulo. Tr\u00eas anos e tr\u00eas meses depois, esse pr\u00edncipe foi aprisionado em Jerusal\u00e9m, por Herodes e por S\u00f3sio que o enviaram a Ant\u00f4nio, o qual lhe mandou cortar a cabe\u00e7a em Antioquia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>____________________________<\/p>\n<p>* Isto n\u00e3o est\u00e1 no grego, pois ali deve estar Judas, e n\u00e3o J\u00f4natas, como se v\u00ea no artigo 491. Mas o que se diz em seguida de J\u00f4natas \u00e9 verdade, como se v\u00ea nos artigos 525 e529.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Herodes, feito rei pelos romanos, n\u00e3o escolheu mais, para sumos sacerdotes os da fam\u00edlia dos asmoneus, mas honrava indiferentemente com esse cargo, os mes\u00admos sacerdotes e at\u00e9 outros menos ilustres, exceto quando o deu a Arist\u00f3bulo, neto de Hircano, aprisionado pelos partos e irm\u00e3o de Mariana, sua mulher, por causa do afeto que o povo tinha por ele e do respeito que se conservava pela mem\u00f3ria de Hircano. Mas ele via a simpatia que todos tinham por esse jovem pr\u00edncipe; come\u00e7ou a sentir medo e, ent\u00e3o, f\u00ea-lo afogar em Jerico, da maneira como descrevemos, e n\u00e3o quis mais elevar a essa honra a nenhum da fam\u00edlia dos asmoneus. Arqueiau, filho de Herodes, e os romanos, que em seguida se tornaram senhores da Jud\u00e9ia, fizeram do mesmo modo. Assim, durante os cento e sete anos que se passaram desde o come\u00e7o do reino de Herodes at\u00e9 o tempo em que Tito incen\u00addiou Jerusal\u00e9m e o Templo, houve vinte e oito sumos sacerdotes, alguns dos quais exerceram o cargo sob o reinado de Herodes. Depois da morte deste e de Arqueiau, a maneira de governar entre os de sua na\u00e7\u00e3o tornou-se aristocracia e eram os sumos sacerdotes que tinham a principal autoridade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Morrendo Festo, Nero deu o governo da Jud\u00e9ia a Albino e o rei Agripa tirou o sumo sacerd\u00f3cio de Jos\u00e9 para d\u00e1-lo a Anano. 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