{"id":513,"date":"2015-04-03T02:15:23","date_gmt":"2015-04-03T02:15:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.umsocorpo.com.br\/site\/historia-dos-hebreus\/?p=513"},"modified":"2015-04-03T02:15:23","modified_gmt":"2015-04-03T02:15:23","slug":"capitulo-11-alguns-judeus-que-pediam-vinganca-pela-morte-de-judas-e-de-matias-e-de-outros-que-herodes-tinha-feito-queimar-por-causa-daquela-aguia-arrancada-do-portal-do-templo-suscitam-uma-rebelia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-11-alguns-judeus-que-pediam-vinganca-pela-morte-de-judas-e-de-matias-e-de-outros-que-herodes-tinha-feito-queimar-por-causa-daquela-aguia-arrancada-do-portal-do-templo-suscitam-uma-rebelia\/","title":{"rendered":"Cap\u00edtulo 11 &#8211; Alguns judeus que pediam vingan\u00e7a pela morte de Judas e de Matias, e de outros que Herodes tinha feito queimar por causa daquela \u00e1guia arrancada do portal do Templo, suscitam uma rebeli\u00e3o que obriga Arquelau a mandar matar uns tr\u00eas mil.Vai depois a Roma para fazer-se confirmar rei por Augusto e Antipas, seu irm\u00e3o, que tamb\u00e9m tinha pretens\u00f5es \u00e0 coroa, vai com ele. Esta quest\u00e3o \u00e9 pleiteada perante Augusto."},"content":{"rendered":"<p>No entanto, alguns judeus que s\u00f3 queriam perturba\u00e7\u00e3o e agita\u00e7\u00e3o, co\u00adme\u00e7aram a se reunir e a deplorar a cruel condena\u00e7\u00e3o de Matias e dos outros que tinham sido torturados, por causa daquela \u00e1guia arrancada do portal do Templo. O temor que eles tinham de Herodes, os mantivera em sil\u00eancio, en\u00adquanto ele vivera; mas agora, depois da sua morte, eles se declaravam contra ele, como se os ultrajes que faziam \u00e0 sua mem\u00f3ria pudessem dar um al\u00edvio, no outro mundo, \u00e0queles cuja morte lhes era muito sentida. Insistiram com Arqueiau que vingasse t\u00e3o grande injusti\u00e7a, a morte de alguns amigos de Herodes, que, diziam eles, haviam tido parte naquela execu\u00e7\u00e3o e privasse do sumo sacerd\u00f3cio \u00e0quele ao qual ele a havia dado, para honrar esse cargo com um homem virtuoso e digno dele. Embora Arqueiau, que se preparava para ir a Roma fazer-se confirmar rei por Augusto, ficasse muito irado com esse pedido, julgou dever procurar acalmar com a afabilidade, a t\u00e3o grande tumulto. Mandou o principal oficial de suas tropas dizer aos sediciosos que eles n\u00e3o se deviam deixar levar a tal desejo de vingan\u00e7a, mas considerar que aquele castigo de que se queixavam tinha sido aplicado segundo as leis; que seu pedido feria sua autoridade, que o tempo n\u00e3o era pr\u00f3prio para semelhantes queixas, que eles deviam pensar em conservar a uni\u00e3o e a paz, at\u00e9 que Augusto o tivesse confirmado na posse do reino e ele tivesse voltado de Roma; que ent\u00e3o a tudo se haveria de dar provid\u00eancia, depois de madura pondera\u00e7\u00e3o e com o consentimento geral; mas que no momento, deviam ficar em paz e tranq\u00fcilos, sem se tornarem culpados do crime de uma revolta. Os sediciosos, por\u00e9m, em vez de se acalmar, com essas pondera\u00e7\u00f5es, muito justas, mostraram com seus gritos que s\u00f3 se poderiam reduzir \u00e0 obedi\u00eancia, com perigo de vida, porque a paix\u00e3o que os fizera perder o respeito por seus superiores, os persuadia de que era coisa insuport\u00e1vel, n\u00e3o poder, mesmo depois da morte de Herodes, obter a vingan\u00e7a que pedia o sangue de seus amigos, que t\u00e3o cruelmente haviam feito derramar. Eles n\u00e3o conheciam outra justi\u00e7a, que n\u00e3o a que lhes pudesse dar aquela consola\u00e7\u00e3o, e o desejo de obt\u00ea-la n\u00e3o lhes permi\u00adtia avaliar o perigo em que se metiam. Assim, em vez de se deixarem convencer pelas raz\u00f5es da parte do rei e de se conterem pelo respeito que lhe deviam, irritaram-se ainda mais e \u00e9 f\u00e1cil de se imaginar como a festa da P\u00e1scoa que estava pr\u00f3xima lhes aumentava o n\u00famero, a sedi\u00e7\u00e3o podia aumentar tamb\u00e9m. Porque n\u00e3o somente toda a Jud\u00e9ia soleniza essa ocorr\u00eancia, com grande alegria e com in\u00fameras v\u00edtimas, mais que de costume, em mem\u00f3ria da nossa liberta\u00e7\u00e3o do Egito, mas uma multid\u00e3o inumer\u00e1vel de judeus, que moram fora do reino, v\u00eam por devo\u00e7\u00e3o a Jerusal\u00e9m para assisti-la. Nesse tempo, esses rebeldes, que chora\u00advam a morte de Judas e de Matias, n\u00e3o se afastavam do Templo e n\u00e3o tinham vergonha de mendigar, para n\u00e3o serem obrigados a se afastar dali. O temor de Arquelau de que sua insol\u00eancia fosse al\u00e9m fez com que mandasse um oficial com soldados para cont\u00ea-los, antes que eles tivessem contaminado, com esse esp\u00edrito de revolta, o resto do povo, ordenando-lhe que lhe trouxessem aqueles que ousassem resistir. Os rebeldes, vendo-os chegar, incitaram de tal modo o povo com seus gritos e com suas exorta\u00e7\u00f5es a atac\u00e1-los, que eles se lan\u00e7aram contra os mesmos e os mataram quase todos. Com dificuldade o oficial se p\u00f4de salvar, ferido, com o resto dos soldados; os sediciosos continuaram como antes, a cele\u00adbra\u00e7\u00e3o de seus sacrif\u00edcios. O rei, ent\u00e3o, julgando que n\u00e3o podia deixar semelhan\u00adte revolta impune, mandou contra eles todo o ex\u00e9rcito com ordem \u00e0 cavalaria de matar os que sa\u00edssem do Templo para fugir, de impedir que os estrangeiros os socorressem. Assim, mataram tr\u00eas mil homens e o resto fugiu para os montes vizinhos. Mandou depois o soberano intimar que todos se retirassem; ent\u00e3o o temor do perigo fez deixarem os sacrif\u00edcios \u00e0queles que antes se mostravam t\u00e3o atrevidos.<\/p>\n<p>Depois que Arquelau reprimiu essa revolta como dissemos, deixou sua casa e o reino aos cuidados de Filipe, seu irm\u00e3o e partiu para Roma; levou sua m\u00e3e, Nicolau, Ptolomeu e v\u00e1rios outros amigos. Salom\u00e9, sua tia, acompanhou-o tam\u00adb\u00e9m com toda a fam\u00edlia e v\u00e1rios outros dos seus parentes fizeram o mesmo, com o pretexto de querer servi-lo para faz\u00ea-lo obter a confirma\u00e7\u00e3o do reino, mas na ver\u00addade, para obstacul\u00e1-lo e acus\u00e1-lo, dentre outras coisas, de ter feito matar tanta gente no Templo. Em Cesar\u00e9ia ele encontrou Sabino, intendente de Augusto, na S\u00edria, que partia para ir com urg\u00eancia, \u00e0 Jud\u00e9ia, a fim de conservar os tesouros deixados por Herodes. Mas Varo, ao qual Arquelau tinha mandado Ptolomeu, para esse fim, impediu-lhe a passagem. Sua considera\u00e7\u00e3o fez que em vez de se apode\u00adrar das fortalezas e de p\u00f4r o selo naqueles tesouros, ele deixasse tudo em poder de Arquelau at\u00e9 que o imperador tivesse determinado e ficou em Cesar\u00e9ia. Mas de\u00adpois quer Arquelau embarcou para Roma e que Varo partira, para voltar a Antioquia, ele foi a Jerusal\u00e9m, alojou-se no pal\u00e1cio real e ordenou aos tesoureiros gerais que lhe prestassem contas e ordenou aos comandante das fortalezas da cidade que as entregassem a ele. Estes, que tinham ordens contr\u00e1rias de Arquelau e que queriam conservar aquelas pra\u00e7as de guerra, at\u00e9 a sua volta, responderam que as conserva\u00adriam para o imperador.<\/p>\n<p>Nesse mesmo tempo, Antipas, um dos filhos de Herodes, foi tamb\u00e9m a Roma a conselho de Salom\u00e9, com o fim de obter o reino, em vez de Arqueiau, pois tinha sido nomeado por Herodes, para seu sucessor no testamento prece\u00addente, que, ele pretendia, tivesse mais valor que o primeiro. Levou consigo sua m\u00e3e e Ptolomeu, irm\u00e3o de Nicolau, que tinha sido o maior amigo de Herodes e que era do seu partido; Irineu, homem mui eloq\u00fcente e que tinha durante v\u00e1rios anos se ocupado, por determina\u00e7\u00e3o do rei, seu pai, dos neg\u00f3cios do reino, mais que todos lhe infundira na id\u00e9ia aquela pretens\u00e3o, tanto que ele n\u00e3o quisera escutar os que o aconselhavam a ceder a Arqueiau, como sendo o mais velho e indicado pelo rei, como uma das suas \u00faltimas disposi\u00e7\u00f5es. Quando Antipas chegou a Roma, todos os seus parentes uniram-se a ele, n\u00e3o tanto pelo afeto, como pelo \u00f3dio que tinham a Arqueiau e pelo desejo de gozar de uma esp\u00e9cie de liberdade, estando sujeitos somente aos romanos: ou pelo menos, com a esperan\u00e7a, de que, se aquele projeto desse resultado, encontrassem menos rigor e severidade sob o governo de Antipas do que sob o do seu irm\u00e3o; Sabino escreveu a Augusto contra Arqueiau.<\/p>\n<p>Arqueiau, ent\u00e3o, para defender seu direito, fez apresentar ao imperador um memorial, que continha suas raz\u00f5es. Depois que Augusto leu estes memoriais, que viu as cartas que Varo e Sabino lhe haviam escrito e que teve conhecimento de a quanto montavam as rendas da Jud\u00e9ia, reuniu um grande conselho de seus maiores amigos, do qual deu a presid\u00eancia a Caio C\u00e9sar, filho de Agripa e de J\u00falia, sua filha, que ele tinha adotado. Em seguida deu audi\u00eancia aos dois pretendentes. Ant\u00edpatro, filho de Salom\u00e9, que era muito eloq\u00fcente e inimigo mortal de Arqueiau, come\u00e7ou por primeiro e disse: que era apenas por formalidade que Arqueiau disputava o reino, pois, sem esperar qual seria a esse respeito a vontade do imperador, ele se tinha apoderado dele, fazendo matar num dia de festa, um n\u00famero t\u00e3o grande de judeus. Que era verdade que eles bem o haviam merecido, mas somente poderia castig\u00e1-los, aquele que tinha o leg\u00edtimo poder. Se ele o havia atribu\u00eddo a si mesmo, como rei, sem esperar a confirma\u00e7\u00e3o do imperador, ele o havia ofendido muito e era ainda mais culpado; e assim n\u00e3o podia esperar ser por ele honrado com uma coroa, depois de ter mostrado que n\u00e3o considerava que ele tinha o direito de lha dar. Acusou em seguida a Arqueiau de ter com sua autoridade particular mudado v\u00e1rios oficiais do ex\u00e9rcito; de se ter sentado no trono e de a\u00ed ter, na qualidade de rei, ouvido v\u00e1rias causas, dando a senten\u00e7a a v\u00e1rias delas, de ter concedido ao povo favores que ele lhe havia pedido, de ter libertado aqueles que seu pai tinha encerrado no hip\u00f3dromo e por fim, de ter feito tudo o que teria podido fazer, depois de ter sido confirmado rei pelo imperador. Citou ainda v\u00e1rias outras coisas, umas, verdadeiras, outras, que a ambi\u00e7\u00e3o de um homem ainda jovem e rec\u00e9m-elevado ao sumo sacerd\u00f3cio tornava veross\u00edmeis. Acrescentou que Arqueiau tinha sentido t\u00e3o pouco a morte de Herodes, que tinha na noite seguinte dado um banquete, que teria podido causar uma rebeli\u00e3o, tanto horror o povo sentira por v\u00ea-lo insens\u00edvel \u00e0s \u00faltimas obriga\u00ad\u00e7\u00f5es, que ele devia ao pr\u00f3prio pai; e como um ator de teatro que desempe\u00adnha diversos pap\u00e9is, ele, durante o dia, parecia chorar, mas passara a noite no meio dos prazeres a que os reis se podem dar. Como se pode considerar um crime, cantar e regozijar-se depois da morte de um pai, como se fosse a mor\u00adte de um inimigo, o imperador podia julgar da satisfa\u00e7\u00e3o que poderia ter um homem de t\u00e3o mau g\u00eanio, se consentisse em seu pedido e que era estranho que ele ousasse comparecer diante dele, para ser confirmado no reino, de\u00adpois de ter agido em tantas coisas, como se j\u00e1 fosse rei. Ant\u00edpatro insistiu em seguida, sobre aquele horr\u00edvel assass\u00ednio, t\u00e3o \u00edmpio, cometido no Templo, onde num dia de festa se haviam visto estrangular como v\u00edtimas, n\u00e3o somen\u00adte cidad\u00e3os, mas tamb\u00e9m estrangeiros e aquele lugar santo, repleto de cad\u00e1\u00adveres, por ordem, n\u00e3o de um pr\u00edncipe inimigo e de outra na\u00e7\u00e3o, mas daquele que se servia do nome t\u00e3o vener\u00e1vel de rei leg\u00edtimo, para satisfazer \u00e0 sua tir\u00e2nica paix\u00e3o e exercer toda esp\u00e9cie de crueldade. Herodes tamb\u00e9m, que conhecia as suas m\u00e1s inclina\u00e7\u00f5es, tinha pensado t\u00e3o pouco, enquanto ainda tinha sa\u00fade, em deixar-lhe o reino que ele havia, no seu testemunho prece\u00addente, o qual tinha muito mais valor que o segundo, escolhido Antipas para seu sucessor, cujos costumes eram t\u00e3o opostos aos de Arqueiau a tomado aquela delibera\u00e7\u00e3o, num tempo em que n\u00e3o se podia dizer, como depois, que seu esp\u00edrito tinha morrido antes de seu corpo, mas quando as for\u00e7as de um e de outro, ainda estavam todas completas e inteiras. Que quando mes\u00admo fosse verdade que Herodes tinha desde ent\u00e3o os mesmos sentimentos que demonstrou no seu \u00faltimo testamento, Arqueiau n\u00e3o havia mostrado que rei seria, desprezando a coroa das m\u00e3os do imperador e fazendo massa\u00adcrar no Templo tantos cidad\u00e3os, quando ele mesmo ainda era um simples cidad\u00e3o. Ant\u00edpatro assim terminou seu discurso e tomou como testemunhas da verdade do que ele tinha dito v\u00e1rios dos parentes desses dois pr\u00edncipes.<\/p>\n<p>Nicolau disse, ao contr\u00e1rio, para defender a causa de Arqueiau, que n\u00e3o se devia atribuir aquele sangue derramado perto do Templo, sen\u00e3o \u00e0 insol\u00eancia e teimosia dos rebeldes, que haviam obrigado Arqueiau a usar da for\u00e7a para cont\u00ea-los; que ainda que parecesse que se revoltaram somente contra ele, era claro que o faziam tamb\u00e9m contra o imperador, pois, sem temer violar o direito das gentes, nem ter por Deus, respeito algum, na solenidade de t\u00e3o grandiosa festa, tinham matado os que Arqueiau havia mandado, para apaziguar o tumulto e que Ant\u00edpatro devia ter vergonha de se ter deixado levar de tal modo por sua paix\u00e3o contra Arqueiau, atrevendo-se a desculpar \u00e0queles rebeldes, em vez de reconhecer que os \u00fanicos culpados haviam sido os que foram mortos, pois, por primeiro haviam atacado os outros e os haviam obrigado a se servir das armas contra eles, quando as tinham consigo apenas para a pr\u00f3pria defesa. Nicolau atirou do mesmo modo sobre os acusadores todas as outras coisas alegadas contra Arqueiau, dizendo que tudo ele havia feito, por sua opini\u00e3o e que elas n\u00e3o eram como eles as tinham apresentado, pelo seu desejo ardente e injusto de prejudicar o pr\u00edncipe, seu parente, cujo pai, n\u00e3o somente lhes havia feito tantos benef\u00edcios, mas que ele mesmo lhes havia sempre prestado muito bons servi\u00e7os. Com rela\u00e7\u00e3o ao testamento de Herodes, disse que ele tinha a mente muito s\u00e3 e muito livre, quando o fizera; que as \u00faltimas s\u00e3o as que devem merecer toda a aten\u00e7\u00e3o e que o seu devia ser tanto mais v\u00e1lido, pois dele tinha feito o imperador senhor absoluto, deixando a ele que resolvesse como melhor lhe aprouvesse. Que ele tinha certeza de que esse grande pr\u00edncipe n\u00e3o agiria como aqueles, que tendo recebido tantos benef\u00edcios de Herodes, esfor\u00e7avam-se por subverter suas \u00faltimas disposi\u00e7\u00f5es mas que ele teria prazer em confirmar o testamento de um rei seu amigo e aliado, pois havia uma extrema diferen\u00e7a entre a mal\u00edcia dos inimigos de Arqueiau e a virtude e a boa-f\u00e9 do imperador, que sem d\u00favida jamais se persuadiria de que um homem, que tinha com tanta prud\u00eancia submetido todas as coisas \u00e0 sua vontade, tivesse a mente turbada, quando escolhera para sucessor um de seus filhos, cheio de probidade, e que esperava somente a bondade do imperador, para ser mantido no reino que havia deixado.<\/p>\n<p>Quando Nicolau terminou este discurso, Arqueiau lan\u00e7ou-se de joelhos diante de Augusto. Ele o ergueu, com grande afabilidade e disse-lhe, que o julgava digno de reinar e que estava disposto a nada fazer que lhe fosse prejudicial e conforme ao testamento de seu pai. Assim, tendo dado a Arqueiau ou se o dividiria entre os filhos de Herodes, que tinham recorrido a ele, como tudo podendo esperar, do seu afeto por eles.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No entanto, alguns judeus que s\u00f3 queriam perturba\u00e7\u00e3o e agita\u00e7\u00e3o, co\u00adme\u00e7aram a se reunir e a deplorar a cruel condena\u00e7\u00e3o de Matias e dos outros que tinham sido torturados, por causa daquela \u00e1guia arrancada do portal do Templo. 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