{"id":130,"date":"2015-04-02T20:41:14","date_gmt":"2015-04-02T20:41:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.umsocorpo.com.br\/site\/historia-dos-hebreus\/?p=130"},"modified":"2015-04-02T20:41:14","modified_gmt":"2015-04-02T20:41:14","slug":"capitulo-10-os-filisteus-vencem-os-israelitas-e-os-tornam-tributarios-nascimento-milagroso-de-sansao-e-sua-forca-prodigiosa-males-que-causou-aos-filisteus-sua-morte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-10-os-filisteus-vencem-os-israelitas-e-os-tornam-tributarios-nascimento-milagroso-de-sansao-e-sua-forca-prodigiosa-males-que-causou-aos-filisteus-sua-morte\/","title":{"rendered":"Cap\u00edtulo 10 &#8211; Os filisteus vencem os israelitas e os tornam tribut\u00e1rios. Nascimento milagroso de Sans\u00e3o e sua for\u00e7a prodigiosa. Males que causou aos filisteus. Sua morte."},"content":{"rendered":"<p><em>juizes 13. <\/em>Depois da morte de Abdom, os filisteus venceram os israelitas e os tornaram tribut\u00e1rios durante quarenta anos. Por fim, eles quebraram o jugo, da maneira como vou descrever.<\/p>\n<p>Mano\u00e1, que era sem contesta\u00e7\u00e3o o primeiro dentre todos os da tribo de D\u00e3, homem de grande virtude, desposou a mais bela mulher do pa\u00eds. E sua paix\u00e3o por ela era t\u00e3o grande que n\u00e3o podia ser isenta de ci\u00fame. Como n\u00e3o tinham filhos e os desejavam com muito af\u00e3, pediam-nos continuamente a Deus e parti\u00adcularmente quando se retiraram para uma casa de campo que possu\u00edam perto da cidade.<\/p>\n<p>Um dia, estando a mulher sozinha, um anjo apareceu-lhe sob a forma de um mo\u00e7o de incompar\u00e1vel beleza e porte admir\u00e1vel, dizendo que viera anunciar-lhe da parte de Deus que ela seria m\u00e3e de um filho maravilhosamente belo, cuja for\u00e7a seria t\u00e3o extraordin\u00e1ria que, mesmo antes de entrar no vigor da juventude, ele venceria os filisteus. Deus, por\u00e9m, proibia que lhe cortassem o cabelo e orde\u00adnava que lhe dessem somente \u00e1gua como bebida. Ela contou tudo ao marido e descreveu com tanta insist\u00eancia a gra\u00e7a e a beleza do mo\u00e7o que esses louvores aumentaram ainda mais o ci\u00fame de Mano\u00e1. Ela percebeu-o e, como era n\u00e3o menos casta que bela, rogou a Deus que curasse o marido de t\u00e3o injusta suspei\u00adta, enviando outra vez o anjo, a fim de que ele mesmo pudesse v\u00ea-lo.<\/p>\n<p>Sua ora\u00e7\u00e3o foi ouvida e, estando ambos em casa, o anjo apareceu a ela. A mulher rogou-lhe que esperasse enquanto ia buscar o marido. O anjo consentiu, e ela trouxe-o logo. Ele viu ent\u00e3o com os pr\u00f3prios olhos esse embaixador de Deus, contudo n\u00e3o ficou curado do ci\u00fame. Rogou-lhe que contasse o que dissera \u00e0 mulher, mas o anjo respondeu ser suficiente que ela o soubesse. Mano\u00e1 pediu-lhe ent\u00e3o que dissesse quem era, a fim de que, quando tivesse um filho, pudesse agradecer-lhe com presentes. O anjo respondeu que n\u00e3o tinha necessidade de presentes e que n\u00e3o dera t\u00e3o boa not\u00edcia com o fim de obter alguma vantagem. Mano\u00e1 insistiu, suplicando que ao menos lhe permitisse usar do direito da hos\u00adpitalidade, o que obteve, com a condi\u00e7\u00e3o de que se demorasse pouco.<\/p>\n<p>Mano\u00e1 matou um cabrito, e sua mulher o cozinhou. Quando estava pronto, o anjo disse-lhe que n\u00e3o o pusesse no prato, mas sobre a pedra nua, com alguns p\u00e3es. Eles obedeceram. Ele tocou na carne e nos p\u00e3es com uma vara que trazia na m\u00e3o, e dela saiu imediatamente uma chama, que os consumiu inteiramente. Mano\u00e1 e sua mulher viram ent\u00e3o o anjo elevar-se para o c\u00e9u no meio da fuma\u00e7a daquele fogo, que servia como de carro para transport\u00e1-lo. Essa divina vis\u00e3o causou grande tristeza a Mano\u00e1, por\u00e9m a mulher exortou-o a nada temer e garantiu-lhe que aquilo lhe seria vantajoso. Logo depois ela ficou gr\u00e1vida, e nada esqueceu do que lhe fora ordenado. Teve um filho, ao qual chamou Sans\u00e3o, isto \u00e9, &#8220;forte&#8221;. E, \u00e0 medida que ele crescia, a sobriedade e o comprimento dos cabe\u00adlos confirmavam o que dele fora predito.<\/p>\n<p><em>juizes 14. <\/em>Estando ele j\u00e1 mais adiantado em anos, seu pai e sua m\u00e3e levaram-no a uma cidade dos filisteus, chamada Timna, onde havia uma grande assem\u00adbl\u00e9ia. Ali, enamorou-se de uma jovem do lugar e rogou aos pais que lhe permitis\u00adsem despos\u00e1-la. Disseram-lhe que n\u00e3o era poss\u00edvel porque ela era estrangeira, e a Lei proibia semelhantes uni\u00f5es. Mas ele se obstinou de tal modo em querer esse casamento que eles por fim consentiram, e a jovem lhe foi prometida. Deus tamb\u00e9m o permitiu, para o bem de seu povo.<\/p>\n<p>Como ele ia freq\u00fcentemente \u00e0 casa do pai da mo\u00e7a para visit\u00e1-la, um dia en\u00adcontrou um le\u00e3o no caminho. Embora n\u00e3o tivesse armas, n\u00e3o sentiu medo: correu para o le\u00e3o, tomou-o pela garganta, esquartejou-o e atirou o cad\u00e1ver a uma moita perto da estrada. Alguns dias depois, quando passava pelo mesmo lugar, viu algu\u00admas abelhas fazendo mel no corpo do le\u00e3o. Tomou deles tr\u00eas favos e levou-os, com outros presentes, \u00e0 sua noiva. For\u00e7a t\u00e3o extraordin\u00e1ria causou tal apreens\u00e3o aos pais da mo\u00e7a que eles convidaram para as n\u00fapcias trinta mo\u00e7os de sua idade, com o pretexto de lhe fazerem honra e ao mesmo tempo acompanh\u00e1-lo, mas na realidade era para estarem alerta, caso ele tentasse fazer alguma coisa.<\/p>\n<p>No meio da alegria da festa, Sans\u00e3o disse aos companheiros: &#8220;Tenho uma adivinha\u00e7\u00e3o para v\u00f3s. Se a resolverdes, em sete dias darei a cada um uma cinta e um casaco&#8221;. O desejo de demonstrar esperteza e de obter o que ele prometia fez com que insistissem em conhecer a quest\u00e3o. Ent\u00e3o ele disse: &#8220;Do comedor saiu comida, e do forte saiu do\u00e7ura&#8221;. Eles levaram tr\u00eas dias tentando solucionar o enigma e, n\u00e3o o conseguindo, rogaram \u00e0 mulher dele que o obrigasse a revel\u00e1-lo e depois transmitisse a eles a solu\u00e7\u00e3o. Ela disse-lhes que seria dif\u00edcil, mas eles amea\u00e7aram queim\u00e1-la. Ent\u00e3o pediu a Sans\u00e3o que lhe explicasse o enigma.<\/p>\n<p>Em princ\u00edpio, ele negou-se, mas depois, vencido pelas l\u00e1grimas da mulher e pelas queixas de que ele fazia pouco do amor que ela lhe devotava e tamb\u00e9m sem que de nada pudesse desconfiar, contou-lhe que havia matado um le\u00e3o e encontrado depois em suas fauces os tr\u00eas favos de mel que lhe havia trazido. Os mo\u00e7os, ent\u00e3o cientes de seu segredo, foram ter com ele no s\u00e9timo dia da festa, antes do p\u00f4r-do-sol, e disseram-lhe: &#8220;Nada h\u00e1 de mais terr\u00edvel que o le\u00e3o nem de mais doce que o mel&#8221;. E Sans\u00e3o citou-lhes um prov\u00e9rbio: &#8220;Se n\u00e3o lavr\u00e1sseis com a minha novilha, jamais ter\u00edeis descoberto o meu enigma&#8221;. Mesmo enganado dessa maneira, n\u00e3o deixou de cumprir a sua promessa e, para faz\u00ea-lo, atacou todos os ascalonitas que encontrou pelo caminho. Todavia n\u00e3o conseguiu per\u00addoar a mulher. Abandonou-a, e ela, vendo-se desprezada, desposou um dos amigos de Sans\u00e3o, o que servira de intermedi\u00e1rio no casamento.<\/p>\n<p><em>juizes <\/em>75. Sans\u00e3o ficou t\u00e3o irritado com isso que resolveu vingar-se dela e de toda a na\u00e7\u00e3o filistina. Assim, quando se ia proceder \u00e0 ceifa, tomou trezentas rapo\u00adsas, amarrou tochas \u00e0s suas caudas e lhes p\u00f4s fogo. Deixou ent\u00e3o que corressem para o meio do trigo, que ficou inteiramente queimado e destru\u00eddo. Os filisteus, encolerizados com t\u00e3o grande perda, mandaram os mais importantes dentre eles \u00e0 cidade de Timna para informar-se da raz\u00e3o daquele inc\u00eandio e, tendo-o sabido, mandaram queimar vivos a mulher de Sans\u00e3o, bem como os parentes dela.<\/p>\n<p>Sans\u00e3o, por seu lado, matava todos os filisteus que encontrava, retirando-se depois para um rochedo especialmente posicionado, num lugar chamado Et\u00e3, da tribo de Jud\u00e1. Os filist\u00e9ia, para se vingar, atacaram a tribo. Mas os de Jud\u00e1 protes\u00adtaram, argumentando que, como pagavam as contribui\u00e7\u00f5es a que estavam obri\u00adgados e n\u00e3o tinham parte alguma nos atos de Sans\u00e3o, n\u00e3o era justo que sofressem por causa dele. Os filisteus, por\u00e9m, responderam-lhes que s\u00f3 se poderiam justificar pela guerra. Ap\u00f3s essa resposta, tr\u00eas mil homens dessa tribo foram armados \u00e0 rocha onde Sans\u00e3o se encontrava e queixaram-se de que ele irritava os filisteus, os quais poderiam vingar-se sobre toda a na\u00e7\u00e3o. Disseram-lhe tamb\u00e9m que, a fim de evitar t\u00e3o grande mal, eles estavam ali para prend\u00ea-lo e entreg\u00e1-lo a eles, rogando que o consentisse, sob a palavra que lhe davam de que nenhum mal lhe acontece\u00adria. Assim, ele veio at\u00e9 eles, que o ligaram com cordas e o levaram.<\/p>\n<p>Os filisteus, tendo-o sabido, vieram a ele com grandes gritos de alegria, mas ao chegar a um lugar, que agora tem o nome de Ramate-Le\u00ed por causa do que ent\u00e3o ali se passou, pr\u00f3ximo do acampamento deles, Sans\u00e3o arrebentou as cordas, to\u00admou uma queixada de burro que encontrou ao acaso e lan\u00e7ou-se sobre eles. Ma\u00adtou uns mil homens e p\u00f4s os outros em fuga. Feito t\u00e3o extraordin\u00e1rio e jamais igualado animou-lhe de tal modo a coragem que ele se esqueceu de que devia tudo a Deus, atribuindo a fa\u00e7anha \u00e0s suas pr\u00f3prias for\u00e7as. N\u00e3o tardou, por\u00e9m, em ser castigado pela sua ingratid\u00e3o. Sentindo muita sede, quase a desfalecer, foi obrigado a reconhecer que toda a for\u00e7a dos homens \u00e9 fraqueza. Assim, recorreu a Deus, rogando-lhe que n\u00e3o o entregasse aos inimigos, embora ele bem o mereces\u00adse, mas o auxiliasse em t\u00e3o premente necessidade. Deus, tocado pela sua ora\u00e7\u00e3o, no mesmo instante fez brotar de um rochedo uma fonte, e Sans\u00e3o deu a esse lugar o nome de En-Hacor\u00e9, como sinal do milagre que Deus ali realizara.<\/p>\n<p><em>Juizes 16. <\/em>Desde aquele dia, ele passou a desprezar tanto os filisteus que n\u00e3o teve medo de ir at\u00e9 Gaza e hospedar-se num albergue \u00e0 vista de todos. Logo que os magistrados o souberam, puseram guardas \u00e0 porta da cidade, para que ele n\u00e3o pudesse escapar. Sans\u00e3o veio a sab\u00ea-lo e levantou-se pela meia-noite, arran\u00adcou as portas, colocou-as \u00e0s costas com os seus gonzos e ferrolhos e levou-as ao monte que est\u00e1 acima de Hebrom. Sans\u00e3o, todavia, em vez de reconhecer os muitos favores que devia a Deus e observar as leis que Ele dera aos seus antepas\u00adsados, abandonou-se aos excessos dos prazeres e costumes estrangeiros e foi assim ele mesmo a causa de sua infelicidade.<\/p>\n<p>Ele enamorou-se de uma cortes\u00e3 filistina, de nome Dalila, e, logo que os mai-orais da na\u00e7\u00e3o o souberam, foram ter com ela e a obrigaram, com grandes pro\u00admessas, a procurar saber dele de onde provinha aquela for\u00e7a extraordin\u00e1ria, que o tornava invenc\u00edvel. Dalila, para fazer o que desejavam, empregou as car\u00edcias e a adula\u00e7\u00e3o de que essa esp\u00e9cie de mulheres sabe usar para despertar o amor. Comentou com admira\u00e7\u00e3o os grandes feitos dele e tomou ent\u00e3o motivo para perguntar de onde procedia \u00e0quela for\u00e7a prodigiosa. Ele logo imaginou o prop\u00f3sito daquela pergunta e respondeu, para engan\u00e1-la em vez de se deixar enganar, que, se o amarrassem com sete sarmentos de videira, ele seria mais fraco que qualquer outro. Ela acreditou e referiu-o aos magistrados. Ent\u00e3o eles enviaram soldados, os quais, vendo-o adormecido, o ataram da maneira como ele instru\u00ed\u00acra. Ent\u00e3o Dalila despertou-o, dizendo-lhe que alguns homens vinham atac\u00e1-lo. Sans\u00e3o levantou-se, arrebentou os Mames e preparou-se para resistir.<\/p>\n<p>Fez-lhe Dalila ent\u00e3o amargas censuras, porque ele n\u00e3o confiava nela e se recusava a revelar o que ela tanto desejava saber, como se n\u00e3o fosse bastante fiel para guardar um segredo que era t\u00e3o importante para ele. Ele respondeu-lhe que, se o atassem com sete cordas, perderia toda a sua for\u00e7a. Experimentaram faz\u00ea-lo, e ela descobriu fora enganada outra vez. Continuou, por\u00e9m, a insistir, e ele enganou-a uma terceira vez, dizendo-lhe que era preciso enrolar-lhe os cabelos e at\u00e1-los com um fio.<\/p>\n<p>Por fim, ela tanto insistiu e de tantos modos lhe rogou que ele, desejando agrad\u00e1-la e n\u00e3o podendo evitar a pr\u00f3pria infelicidade, declarou: &#8220;\u00c9 verdade que aprouve a Deus ter de mim cuidado todo particular, e, como foi por efeito de sua provid\u00eancia que vim ao mundo, \u00e9 tamb\u00e9m por sua ordem que deixei crescer o cabelo, pois Ele me proibiu cort\u00e1-lo, e \u00e9 neles que reside toda a minha for\u00e7a&#8221;. Essa infeliz mulher, mal arrancando dele tal confiss\u00e3o, cortou-lhe o cabelo en\u00acquanto ele dormia e entregou-o aos filisteus, aos quais ele n\u00e3o p\u00f4de mais resistir. Eles vazaram-lhe os olhos, amarraram-no e o levaram.<\/p>\n<p>Algum tempo depois, os grandes e os principais do povo, num dia de solene comemora\u00e7\u00e3o p\u00fablica, davam um grande banquete em um lugar muito espa\u00e7oso, cujo teto era sustentado por colunas. Eles resolveram trazer Sans\u00e3o para lhes servir de espet\u00e1culo e de divertimento. Os cabelos dele, por\u00e9m, j\u00e1 haviam crescido nova\u00acmente, e ele, muito generoso, considerando o maior de todos os males ser tratado com tanta indignidade sem poder vingar-se, fingiu-se ainda fraco e pediu ao que o levava pela m\u00e3o que o conduzisse at\u00e9 pr\u00f3ximo das colunas, para nelas se apoiar. Ele levou Sans\u00e3o, e quando este percebeu que l\u00e1 estava, sacudiu-as com tal for\u00e7a que as paredes estremeceram e ca\u00edram por terra ao mesmo tempo, bem como o telhado inteiro dessa grande constru\u00e7\u00e3o. Tr\u00eas mil homens foram feridos e esmaga\u00acdos, e Sans\u00e3o tamb\u00e9m, no meio deles, foi sepultado sob as ru\u00ednas.<\/p>\n<p>Esse foi o fim de Sans\u00e3o, que durante vinte anos foi chefe de todo o povo de Israel. Nenhum outro foi compar\u00e1vel a ele, quer pela coragem, quer pela for\u00e7a sobrenatural, que at\u00e9 o \u00faltimo momento de sua vida foi t\u00e3o funesta aos inimigos. Quanto ao se ter ele deixado enganar por sua mulher, compreende-se como efeito da fraqueza dos homens, t\u00e3o sujeitos a semelhantes faltas. Mas n\u00e3o se poderia deixar de admir\u00e1-lo bastante em tudo o mais. Os parentes levaram-lhe o corpo e o enterraram em Zor\u00e1, no t\u00famulo de seus antepassados.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>juizes 13. Depois da morte de Abdom, os filisteus venceram os israelitas e os tornaram tribut\u00e1rios durante quarenta anos. Por fim, eles quebraram o jugo, da maneira como vou descrever. Mano\u00e1, que era sem contesta\u00e7\u00e3o o primeiro dentre todos os da tribo de D\u00e3, homem de grande virtude, desposou a mais bela mulher do pa\u00eds&#8230;. <a href=\"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-10-os-filisteus-vencem-os-israelitas-e-os-tornam-tributarios-nascimento-milagroso-de-sansao-e-sua-forca-prodigiosa-males-que-causou-aos-filisteus-sua-morte\/\">ler mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[512,1343,1372,1669,1842,1943,1971,2006,2378,2737,3028,3078,3123],"class_list":["post-130","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livro-quinto","tag-causou","tag-filisteus","tag-forca","tag-israelitas","tag-males","tag-milagroso","tag-morte","tag-nascimento","tag-prodigiosa","tag-sansao","tag-tornam","tag-tributarios","tag-vencem"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/130","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=130"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/130\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=130"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=130"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=130"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}