{"id":128,"date":"2015-04-02T20:40:16","date_gmt":"2015-04-02T20:40:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.umsocorpo.com.br\/site\/historia-dos-hebreus\/?p=128"},"modified":"2015-04-02T20:40:16","modified_gmt":"2015-04-02T20:40:16","slug":"capitulo-9-crueldade-e-morte-de-abimeleque-bastardo-de-gideao-os-amonitas-e-osfilisteus-subjugam-os-israelitas-jejte-liberta-os-e-castiga-a-tribo-de-efraim-ibsa-elom-e-abdom-governam-sucessivam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-9-crueldade-e-morte-de-abimeleque-bastardo-de-gideao-os-amonitas-e-osfilisteus-subjugam-os-israelitas-jejte-liberta-os-e-castiga-a-tribo-de-efraim-ibsa-elom-e-abdom-governam-sucessivam\/","title":{"rendered":"Cap\u00edtulo 9 &#8211; Crueldade e morte de Abimeleque, bastardo de Gide\u00e3o. Os amonitas e osfilisteus subjugam os israelitas. Jejt\u00e9 liberta-os e castiga a tribo de Efraim. Ibs\u00e3, Elom e Abdom governam sucessivamente o povo de Israel depois da morte de jeft\u00e9."},"content":{"rendered":"<p><em>juizes 9. <\/em>Gide\u00e3o teve de diversas mulheres setenta filhos leg\u00edtimos, e de Druma, um bastardo chamado Abimeleque. Este, depois da morte do pai, foi para Siqu\u00e9m, de onde era a sua m\u00e3e. Os parentes deram-lhe dinheiro, e ele o empregou para reunir os piores homens que p\u00f4de encontrar. Depois voltou com essa tropa \u00e0 casa de seu pai, matou todos os irm\u00e3os, exceto Jot\u00e3o, que escapou, e usurpou o poder. Calcando aos p\u00e9s todas as leis, governou com tal tirania que se tornou odioso e insuport\u00e1vel aos homens de bem. Um dia, quando se celebra\u00adva em Siqu\u00e9m uma festa solene, onde estava reunida uma grande multid\u00e3o, Jot\u00e3o falou t\u00e3o alto, do monte Cerizim, o qual est\u00e1 perto da cidade, que todo o povo o ouviu e calou-se para escut\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Ele pediu-lhes que prestassem aten\u00e7\u00e3o e falou: &#8220;Um dia reuniram-se as \u00e1rvores e, falando como os homens, pediram \u00e0 figueira que fosse o seu rei, mas esta recusou-se, dizendo que se contentava com a honra que lhe faziam em considera\u00e7\u00e3o \u00e0 bondade de seus frutos e nada mais desejava. Fizeram a mesma proposta \u00e0 vinha: ela tamb\u00e9m se recusou. Ent\u00e3o fizeram a oferta \u00e0 oliveira, que n\u00e3o manifestou me\u00adnos mod\u00e9stia que as outras. Por fim, falaram com a sar\u00e7a, cuja madeira \u00e9 boa somente para se queimar, e ela respondeu: &#8216;Se \u00e9 para vosso bem que me quereis para vosso rei, descansai sobre os meus ombros. Mas se \u00e9 por zombaria e para me enganar, que fogo saia de mim e vos destrua a todas&#8217;. N\u00e3o vos narro isto como uma hist\u00f3ria, para vos divertir, e sim porque, sendo devedores de tantos benef\u00edcios a Gide\u00e3o, tolerais que Abimeleque, cujo car\u00e1ter \u00e9 semelhante ao fogo, se tenha tornado vosso tirano depois de ter assassinado cruelmente os pr\u00f3prios irm\u00e3os&#8221;.<\/p>\n<p>Dizendo isso, partiu e ficou escondido durante tr\u00eas anos nos montes, para evitar o furor de Abimeleque. Algum tempo depois, os habitantes de Siqu\u00e9m se arrependeram de permitir que se derramasse o sangue dos filhos de Gide\u00e3o e expulsaram Abimeleque de sua cidade e da pr\u00f3pria tribo. Chegando, por\u00e9m, o tempo da vindima, o medo do ressentimento e da vingan\u00e7a de Abimeleque fazia com que n\u00e3o ousassem sair da cidade. Por essa \u00e9poca, um homem distinto, chamado Gaal, chegou acompanhado de um grande n\u00famero de soldados e de seus parentes, e rogaram-lhe que lhes desse uma escolta para poderem recolher os frutos. Tendo ele concedido o que pediam, os israelitas, nada mais temendo, falavam em voz alta e publicamente contra Abimeleque e matavam todos os de seu partido que lhes ca\u00edam nas m\u00e3os.<\/p>\n<p>Zebul, que era um dos maiorais da cidade e fora h\u00f3spede de Abimeleque, foi dizer-lhe que Gaal incitava o povo contra ele, Abimeleque. Aconselhou-o a armar-lhe uma emboscada perto da cidade, aonde prometia levar Gaal para assim ele poder vingar-se de seu inimigo. Depois ele o faria ficar novamente de bem com o povo. Abimeleque n\u00e3o deixou de seguir o conselho e nem Zebul de executar o que lhe havia prometido. Assim, Zebul e Gaal dirigiram-se para fora da cidade.<\/p>\n<p>Gaal, que de nada desconfiava, ficou muito admirado ao ver soldados arma\u00addos encaminhando-se para ele e disse a Zebul: &#8220;Eis ali os inimigos, que marcham contra n\u00f3s!&#8221; &#8220;S\u00e3o sombras dos rochedos&#8221;, disse Zebul. &#8220;De modo nenhum!&#8221; replicou Gaal, que os via agora mais de perto. &#8220;S\u00e3o certamente soldados arma\u00addos&#8221;. Disse Zebul: &#8220;V\u00f3s, que censur\u00e1veis Abimeleque por sua covardia, o que vos impede agora de mostrar a vossa coragem e combater contra ele?&#8221; Gaal, muito perturbado, sustentou o primeiro ataque e, depois de perder alguns dos seus, retirou-se com o resto para a cidade.<\/p>\n<p>Zebul ent\u00e3o acusou-o de demonstrar pouca coragem naquele encontro, e por esse motivo o despediram. Os habitantes, por\u00e9m, continuaram a sair para terminar a vindima. Abimeleque armou uma cilada perto da cidade, com a ter\u00e7a parte de seus homens, ordenando que se apoderassem das portas para impedir que eles pudessem regressar. Ent\u00e3o ele, com o resto de seus soldados, atacou os que se achavam esparsos pelos campos e tornou-se senhor da cidade. Arrasou-a em seguida at\u00e9 os alicerces e nela semeou sal.<\/p>\n<p>Os que se salvaram reuniram-se e ocuparam uma rocha, cuja posi\u00e7\u00e3o a tornava muito forte, e preparavam-se para rode\u00e1-la de muralhas. Mas Abimeleque n\u00e3o lhes deu oportunidade e foi contra eles com todos os seus soldados. Apanhando feixes secos, ordenou a todos os seus homens que fizessem o mesmo. Depois de ter num instante amontoado em torno da rocha uma grande pilha de lenha, lan\u00e7ou por cima desta ainda outras mat\u00e9rias inflam\u00e1veis e ateou-lhe fogo, de sorte que nenhum dos que l\u00e1 se refugiavam conseguiu escapar: mil e quinhentos homens morreram quei\u00admados com as suas mulheres e filhos. Eis como Siqu\u00e9m foi destru\u00edda. Os seus habi\u00adtantes at\u00e9 seriam dignos de compaix\u00e3o, mas mereceram tal castigo pela ingratid\u00e3o demonstrada para com o homem de quem haviam recebido tantos benef\u00edcios.<\/p>\n<p>O tratamento dispensado a essa desafortunada cidade lan\u00e7ou grande temor no esp\u00edrito dos israelitas. Eles estavam certos de que Abimeleque levaria adiante a sua boa sorte e diziam que a sua ambi\u00e7\u00e3o n\u00e3o ficaria satisfeita enquanto n\u00e3o os domi\u00adnasse a todos. Ele marchou sem perder tempo para a cidade de Tebas, tomou-a de assalto e cercou uma grande torre na qual o povo se recolhera. Mas quando avan\u00ad\u00e7ava para a porta, uma mulher atirou um peda\u00e7o de m\u00f3 de moinho, que o atingiu na cabe\u00e7a e o fez cair. Ele percebeu que estava ferido de morte e ordenou ao seu escudeiro que o matasse, para n\u00e3o ter a vergonha de morrer pelas m\u00e3os de uma mulher. Foi obedecido, e assim, segundo o vatic\u00ednio de Jot\u00e3o, ele recebeu o castigo pela sua impiedade para com os irm\u00e3os e pela crueldade para com os habitantes de Siqu\u00e9m. O seu ex\u00e9rcito dissolveu-se depois de sua morte.<\/p>\n<p><em>Juizes 10. <\/em>Jair, gileadita da tribo de Manasses, governou em seguida todo o povo de Israel. Era feliz em tudo, particularmente quanto aos filhos: teve trinta, todos corajosos e homens de bem que ocupavam as primeiras coloca\u00e7\u00f5es na pro\u00adv\u00edncia de Gileade. Depois de ficar vinte e dois anos nesse importante cargo, mor\u00adreu e foi sepultado com muita honra em Camom, uma das cidades desse pa\u00eds.<\/p>\n<p>O desprezo ent\u00e3o demonstrado pelos israelitas para com a lei de Deus lan\u00e7ou-os num estado ainda mais infeliz que o de onde haviam sa\u00eddo. Os amonitas e os filisteus entraram em seu pa\u00eds com um poderoso ex\u00e9rcito, devastaram-no completamente e tornaram-se senhores dos pa\u00edses situados para l\u00e1 do Jord\u00e3o. Depois intentaram passar o rio e conquistar tamb\u00e9m todos os outros. Os israelitas, mais prudentes pelo castigo recebido, recorreram a Deus e imploraram o seu aux\u00edlio. Ofereceram-lhe sacrif\u00edcios e rogaram que, se Ele n\u00e3o queria acalmar to\u00adtalmente a sua c\u00f3lera, pelo menos a diminu\u00edsse. Deus deixou-se comover pelas ora\u00e7\u00f5es e prometeu-lhes aux\u00edlio.<\/p>\n<p>Assim, marcharam contra os amonitas, que haviam entrado na prov\u00edncia de Gileade. E, como lhes faltava um chefe e Jeft\u00e9 gozava de grande fama, tanto por causa do valor de seu pai quanto por manter ele mesmo um importante corpo de soldados, mandaram pedir-lhe que os comandasse, prometendo-lhe n\u00e3o ter jamais outro general sen\u00e3o ele, enquanto vivesse. Em princ\u00edpio, ele recusou o oferecimento, porque n\u00e3o o haviam ajudado contra os seus irm\u00e3os, quando es\u00adtes o trataram indignamente, expulsando-o de casa depois da morte do pai, com o pretexto de que a m\u00e3e dele era estrangeira, e ele a desposara por amor. Foi para se vingar dessa inj\u00faria que depois de se retirar para Gileade ele tinha por sua conta os soldados que queriam servi-lo. Por\u00e9m, n\u00e3o podendo resistir \u00e0s insisten\u00adtes peti\u00e7\u00f5es dos israelitas, reuniu os seus homens aos deles, e fizeram juramento de obedecer-lhe como seu general.<\/p>\n<p>Depois de calcular com muita prud\u00eancia tudo o que era necess\u00e1rio e ap\u00f3s levar o seu ex\u00e9rcito para a cidade de Mispa, mandou embaixadores ao rei dos amonitas para queixar-se de que ele havia entrado em um pa\u00eds que n\u00e3o lhe pertencia. O soberano respondeu, por meio de outros embaixadores, que era ele quem tinha motivo para se queixar dos israelitas, porque depois de terem sa\u00eddo do Egito eles haviam usurpado o pa\u00eds de seus antepassados, leg\u00edtimos senhores daquela terra. Jeft\u00e9 respondeu-lhes que o senhor deles n\u00e3o podia achar estranho nem que os israelitas possu\u00edssem as terras dos amorreus; que, ao contr\u00e1rio, devia agradecer por elas lhe terem sido deixadas, estando em poder de Mois\u00e9s conquist\u00e1-las; que n\u00e3o estavam dispostos a lhe deixar um pa\u00eds que haviam ocu\u00adpado depois de uma ordem recebida de Deus e que possu\u00edam h\u00e1 trezentos anos; e que assim s\u00f3 lhes restava resolver o lit\u00edgio pelas armas.<\/p>\n<p>Jeft\u00e9, ap\u00f3s despedir os embaixadores dessa maneira, fez voto a Deus: se Ele lhe desse a vit\u00f3ria, sacrificar-lhe-ia a primeira criatura viva que encontrasse no seu regresso. Travou-se a luta, e ele venceu os inimigos, perseguindo-os at\u00e9 a cidade de Maniate. Entrou no pa\u00ed$ dos amonitas, tomou e arrasou v\u00e1rias cidades, cujos despojos distribuiu aos soldados, e assim gloriosamente libertou a sua na\u00ad\u00e7\u00e3o da servid\u00e3o a que estivera sujeita durante dezoito anos.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, tanto quanto fora feliz nessa guerra e merecera as honras que recebeu da gratid\u00e3o p\u00fablica, foi ele infeliz em sua vida particular. Pois a primeira pessoa que encontrou ao voltar para casa foi a sua \u00fanica filha, ainda virgem, que vinha ao seu encontro. Ele sentiu o cora\u00e7\u00e3o partir-se de dor. Soltou um profundo suspi\u00adro, lastimou a t\u00e3o funesta prova de afeto que ela lhe dava e disse-lhe que, por que infeliz coincid\u00eancia, ela seria a v\u00edtima que ele se obrigara a oferecer a Deus.<\/p>\n<p>Aquela generosa mo\u00e7a, em vez de se espantar com essas palavras, respon\u00addeu-lhe com maravilhosa firmeza que uma morte que tinha por motivo a vit\u00f3ria de seu pai e a liberdade de seu pa\u00eds s\u00f3 lhe poderia ser muito agrad\u00e1vel e que a \u00fanica gra\u00e7a que pedia era o tempo de dois meses, para se lamentar com as suas companheiras por ter de se separar delas ainda muito jovem. O infeliz pai n\u00e3o teve dificuldade em lhe conceder esse pequeno favor e, depois desse tempo, sacrificou a v\u00edtima inocente, que Deus n\u00e3o desejava dele e que nenhuma lei obrigava a oferecer-lhe. Mas ele quis cumprir o seu voto, sem considerar o ju\u00edzo que os homens poderiam fazer de sua a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><em>juizes 12. <\/em>A tribo de Efraim declarou-lhe guerra pouco depois, sob o pretexto de que, para obter sozinho a gl\u00f3ria de ter derrotado e se aproveitado dos desejos dos inimigos, ele empreendera a peleja sem eles. Primeiro ele lhes respondeu, com muita do\u00e7ura, que era ele quem se devia queixar, pois eles, tendo visto os compatriotas empenhados em t\u00e3o grande guerra, lhes recusaram o aux\u00edlio que tinham por obriga\u00e7\u00e3o oferecer. Censurou-os em seguida porque, n\u00e3o tendo se atrevido a lutar contra um inimigo comum, agora achavam de se apresentar corajosos contra os pr\u00f3prios irm\u00e3os. Por fim, amea\u00e7ou castig\u00e1-los, com o aux\u00edlio de Deus, se persistissem naquela loucura.<\/p>\n<p>Quando ele viu que n\u00e3o se acalmavam com essas raz\u00f5es, mas avan\u00e7avam com um grande ex\u00e9rcito que haviam recrutado de Gileade, marchou contra eles, atacou-os e os venceu. Colocou-os em fuga, mandou tropas para controlar as passagens do Jord\u00e3o, pelas quais eles poderiam escapar, e matou uns quarenta e dois mil deles. Esse generoso chefe dos israelitas morreu depois de desempenhar por seis anos t\u00e3o elevado cargo. Foi enterrado na cidade de Sebei, na prov\u00edncia de Gileade, onde ele nascera.<\/p>\n<p>Ibs\u00e3, da cidade de Bel\u00e9m, na tribo de jud\u00e1, sucedeu Jeft\u00e9 no governo supre\u00admo e desempenhou durante sete anos esse cargo, sem nada ter feito de memor\u00e1vel.<\/p>\n<p>Elom, da tribo de Zebulom, sucedeu-o e, no que \u00e9 digno de mem\u00f3ria, durante os seis anos em que esteve no governo n\u00e3o fez mais que Ibs\u00e3.<\/p>\n<p>Abdom, filho de Hilel, da tribo de Efraim, sucedeu Elom, e os israelitas desfrutaram durante o seu governo de t\u00e3o profunda paz que ele n\u00e3o teve opor\u00adtunidade para fazer algo memor\u00e1vel. Assim, a \u00fanica coisa extraordin\u00e1ria que se pode notar em sua vida \u00e9 que, ao morrer, ele deixou quarenta filhos e trinta filhos de seus filhos, todos vivos, perfeitos e habilmente capazes. Morreu muito velho e foi enterrado com grande magnific\u00eancia no lugar onde havia nascido.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>juizes 9. Gide\u00e3o teve de diversas mulheres setenta filhos leg\u00edtimos, e de Druma, um bastardo chamado Abimeleque. Este, depois da morte do pai, foi para Siqu\u00e9m, de onde era a sua m\u00e3e. Os parentes deram-lhe dinheiro, e ele o empregou para reunir os piores homens que p\u00f4de encontrar. Depois voltou com essa tropa \u00e0 casa&#8230; <a href=\"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-9-crueldade-e-morte-de-abimeleque-bastardo-de-gideao-os-amonitas-e-osfilisteus-subjugam-os-israelitas-jejte-liberta-os-e-castiga-a-tribo-de-efraim-ibsa-elom-e-abdom-governam-sucessivam\/\">ler mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[46,54,202,403,495,772,1018,1038,1458,1470,1538,1667,1669,1683,1685,1795,1971,2131,2303,2892,2908,3073],"class_list":["post-128","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livro-quinto","tag-abdom","tag-abimeleque","tag-amonitas","tag-bastardo","tag-castiga","tag-crueldade","tag-efraim","tag-elom","tag-gideao","tag-governam","tag-ibsa","tag-israel","tag-israelitas","tag-jefte","tag-jejte","tag-libertaos","tag-morte","tag-osfilisteus","tag-povo","tag-subjugam","tag-sucessivamente","tag-tribo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/128","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=128"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/128\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=128"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=128"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=128"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}