{"id":1175,"date":"2015-04-06T01:36:07","date_gmt":"2015-04-06T01:36:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.umsocorpo.com.br\/site\/historia-dos-hebreus\/?p=1175"},"modified":"2015-04-06T01:36:07","modified_gmt":"2015-04-06T01:36:07","slug":"capitulo-7-continuacao-do-capitulo-anterior-onde-tambem-falamos-dos-sentimentos-que-os-judeus-tem-da-grandeza-de-deus-e-do-que-eles-sofreram-para-nao-faltar-a-observancia-de-suas-leis","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-7-continuacao-do-capitulo-anterior-onde-tambem-falamos-dos-sentimentos-que-os-judeus-tem-da-grandeza-de-deus-e-do-que-eles-sofreram-para-nao-faltar-a-observancia-de-suas-leis\/","title":{"rendered":"Cap\u00edtulo 7 &#8211; Continua\u00e7\u00e3o do cap\u00edtulo anterior, onde tamb\u00e9m falamos dos sentimentos que os judeus t\u00eam da grandeza de Deus e do que eles sofreram para n\u00e3o faltar \u00e0 observ\u00e2ncia de suas leis."},"content":{"rendered":"<p>Entre outros preceitos de nossa religi\u00e3o e que todos n\u00f3s conhecemos, ela nos obriga a crer que Deus compreende tudo em si; que nada falta \u00e0 sua perfei\u00e7\u00e3o, nem \u00e0 sua felicidade, que Ele \u00e9 bastante a si mesmo e a todas as criaturas, que Ele \u00e9 o princ\u00edpio, o meio e o fim de todas as coisas, que Ele opera em todas as nossas a\u00e7\u00f5es e nossas boas obras, que nada \u00e9 mais vis\u00edvel do que seu poder, mas sua forma e sua grandeza s\u00e3o incompreens\u00edveis; que tudo o que h\u00e1 de mais rico, e de mais excelente no mundo \u00e9 incapaz de o representar e \u00e9 desprez\u00edvel em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 sua gl\u00f3ria; que n\u00e3o somente nossos olhos nada podem ver que lhe seja semelhante, mas nosso esp\u00edrito nada pode imaginar que se lhe aproxime e n\u00f3s o conhecemos apenas por meio de suas obras, quando consideramos a luz, o c\u00e9u, o sol, a lua, a terra, o mar, os rios, os animais e as plantas, que s\u00e3o obra de suas m\u00e3os, sem que Ele tenha tido necessidade para cri\u00e1-los, nem de trabalhar, nem de ser ajudado por quem quer que seja, sendo sua \u00fanica vontade suficiente para lhes dar o ser, no momento em que Ele assim quis. \u00c9, pois, a Ele que todos os homens s\u00e3o obrigados a adorar e a servir, praticando a virtude, que \u00e9 o \u00fanico meio de agrad\u00e1-lo.<\/p>\n<p>Como h\u00e1 somente um Deus e um mundo conhecido a todos os homens, n\u00f3s n\u00e3o temos sen\u00e3o um \u00fanico templo e essa conformidade \u00e9-lhe agrad\u00e1vel. E nesse templo que nossos sacerdotes adoram sua Eterna Majestade. Aquele que ocupa entre eles o primeiro lugar oferecer-lhe, antes de todos os outros, sacrif\u00edcios, vigia pela observ\u00e2n\u00adcia de suas leis, castiga os que s\u00e3o culpados de sua viola\u00e7\u00e3o, julga as quest\u00f5es e todo aquele que desobedece \u00e9 castigado como se tivesse desobedecido ao mesmo Deus.<\/p>\n<p>Comemos a carne das v\u00edtimas que imolamos, n\u00e3o para que nos fa\u00e7am provei\u00adto e tenhamos prazer, o que atrairia sobre n\u00f3s a c\u00f3lera de Deus, que ama a sobriedade e a temperan\u00e7a.<\/p>\n<p>Come\u00e7amos nossos sacrif\u00edcios por pedir o bem geral do mundo e depois, por n\u00f3s mesmos, como fazem parte desse todo, sabendo que nada agrada mais a Deus que o liame de um afeto m\u00fatuo que nos une a todos.<\/p>\n<p>Os votos e as ora\u00e7\u00f5es que lhes oferecemos n\u00e3o t\u00eam por objetivo pedir-lhe bens; Ele o faz voluntariamente a todos; e a terra est\u00e1 cheia de seus benef\u00edcios, mas \u00e9 para rogar-lhe a gra\u00e7a de bem usarmos de todos eles.<\/p>\n<p>Antes de oferecermos os sacrif\u00edcios a lei nos obriga a nos purificarmos, sepa-rando-nos por alguns dias da companhia de nossas esposas, e observando outras coisas que seria mui longo enumerar.<\/p>\n<p>Foi assim que Mois\u00e9s ordenou vivermos para nos tornarmos agrad\u00e1veis a Deus, que \u00e9 Ele mesmo a nossa lei. Quanto ao que se refere ao casamento, dele pode\u00admos usar para ter filhos, mas todo com\u00e9rcio que viola as leis da natureza nos \u00e9 proibido, sob pena de morte.<\/p>\n<p>A lei quer tamb\u00e9m que no casamento nossa inten\u00e7\u00e3o seja t\u00e3o pura que consideremos o bem e que longe de mantermos mulheres, n\u00e3o usemos do menor artif\u00edcio para persuadi-las a nos desposar. Devemos receb\u00ea-las das m\u00e3os daqueles que t\u00eam o poder de no-las dar e com o consentimento dos pais. A mulher deve estar sujeita, em todas as coisas, ao seu marido, embora ela seja mais virtuosa do que ele, porque Deus lhe deu esse poder sobre ela, mas ele disso n\u00e3o deve abusar. A mulher s\u00f3 deve ter rela\u00e7\u00f5es com seu marido e se a isso faltar, ser\u00e1 castigada com a pena de morte.* A lei pro\u00edbe tamb\u00e9m, sob pena de morte, fazer viol\u00eancia a uma jovem prometida a outro e cometer adult\u00e9rio com uma mulher casada e com aquela que amamenta filhos, e pro\u00edbe \u00e0s mulheres, sob o mesmo castigo, suprimir os filhos, que traem ao mundo ou faz\u00ea-los mor\u00adrer em seu seio, porque \u00e9 matar uma alma, sacrificando um corpo e diminuir o n\u00famero dos homens.<\/p>\n<p>__________________________<\/p>\n<p>* O int\u00e9rprete latino e Genebrad tomaram mal esta passagem, atribuindo ao homem o que se diz da mulher.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por menor que seja a impureza em que se tenha ca\u00eddo, n\u00e3o se poderia ofere\u00adcer o sacrif\u00edcio e as mulheres s\u00e3o mesmo obrigadas a se lavar depois de terem tido a companhia de seus maridos, por causa da comunica\u00e7\u00e3o que a alma tem com o corpo.<\/p>\n<p>A lei n\u00e3o permite mesmo no dia em que se soleniza o nascimento das crian\u00e7as fazer festas, de receio de se dar motivo a embriaguez e para ensin\u00e1-las desde ent\u00e3o a serem s\u00f3brias. Ela quer que sejam instru\u00eddas, desde tenra idade, nas letras e no conhecimento de nossas leis e que lhes ensinemos os grandes feitos dos nossos antepassados, a fim de anim\u00e1-los \u00e0 sua imita\u00e7\u00e3o e tirar-lhes todo pretexto de faltar, por ignor\u00e2ncia.<\/p>\n<p>A sabedoria dessa lei t\u00e3o santa chega a se interessar at\u00e9 mesmo pelos funerais dos defuntos; ela lhes modera a suntuosidade, como tamb\u00e9m a dos sepulcros, mas ordena aos dom\u00e9sticos que cuidem das homenagens de seus amos, com ordem de se purificarem depois de se terem aproximado de seus corpos mortos e permite aos parentes dos falecidos chor\u00e1-los e lament\u00e1-los, porque isso \u00e9 um dever de piedade, que n\u00e3o se poderia com justi\u00e7a negar \u00e0 natureza.<\/p>\n<p>Se algu\u00e9m cometeu um assass\u00ednio, volunt\u00e1ria ou involuntariamente, a mesma lei ordena-lhe o castigo.<\/p>\n<p>Ela manda dar, depois de Deus, toda esp\u00e9cie de honra aos pais e \u00e0s m\u00e3es; determina que aqueles que a isso faltarem sejam apedrejados; que os mo\u00e7os respeitem os velhos, porque nada \u00e9 t\u00e3o antigo como Deus. Quer tamb\u00e9m que os amigos, juntos, vivam com grande sinceridade de cora\u00e7\u00e3o, porque n\u00e3o pode haver amizade onde n\u00e3o h\u00e1 confian\u00e7a. Mas se acontecer que sua amizade se desfizer ela pro\u00edbe expressamente revelar os segredos que haviam sido revelados durante a amizade. Se um \u00e1rbitro recebe presentes, ela o condena \u00e0 morte, por\u00adque ele calcou aos p\u00e9s a justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Trata como culpados os que podendo ajudar o pr\u00f3ximo n\u00e3o o fazem; pro\u00edbe tomar o que pertence a outrem e emprestar com usura.<\/p>\n<p>A sabedoria que reluz em todas essas leis e em outras semelhantes conserva a uni\u00e3o entre n\u00f3s e creio dever tamb\u00e9m referir com que prud\u00eancia nosso excelen\u00adte legislador nos ordena como proceder para com os estrangeiros, para que se veja que nada se pode acrescentar \u00e0s suas determina\u00e7\u00f5es, para nos impedir de afrouxarmos na observ\u00e2ncia de nossas leis, pelas nossa rela\u00e7\u00f5es com eles ou de faltar \u00e0 caridade, invejando-lhes a felicidade de segui-las se eles o desejarem. Ele nos manda ent\u00e3o que, no caso de eles desejarem aceit\u00e1-la, n\u00f3s os recebamos de bra\u00e7os abertos, porque a uni\u00e3o entre os homens n\u00e3o consiste tanto em ser de uma mesma na\u00e7\u00e3o, do que em haver conformidade nos sentimentos e na manei\u00adra de viver. Quanto aos estrangeiros que est\u00e3o somente, Ele n\u00e3o permite comu-nicarmos-lhes algo de nossos costumes, mas quer que nos contentemos em ajud\u00e1-los no que lhes \u00e9 necess\u00e1rio. Acrescenta que n\u00e3o devemos recusar a ningu\u00e9m o fogo, a \u00e1gua, o alimento, a sepultura e o conhecimento do caminho que ele deve seguir. Sua bondade estende-se at\u00e9 aos inimigos, pois pro\u00edbe-nos de incen\u00addiar seu pa\u00eds, cortar-lhes as \u00e1rvores frut\u00edferas, despojar os que morrem na luta e maltratar os prisioneiros, particularmente as mulheres.<\/p>\n<p>Ele teve tanto cuidado em nos inspirar a humanidade e a do\u00e7ura, que quer que a pratiquemos at\u00e9 mesmo com os irracionais. Permite-nos deles usarmos de maneira leg\u00edtima, mas pro\u00edbe-nos matar os que, sendo dom\u00e9sticos, nascem em nossas casas, bem como matar os filhotes com as m\u00e3es dos que nos \u00e9 permitido comer. Quer ainda que poupemos aos animais que nos s\u00e3o inimigos e pro\u00edbe matar os que nos ajudam em nossos trabalhos.<\/p>\n<p>Assim vemos que a tudo o que nos pode ser \u00fatil a sua sabedoria se estende; Ele determinou penas contra os transgressores destas leis, mas penas que em v\u00e1rios casos n\u00e3o s\u00e3o menores que a mesma morte. A elas condena os que come\u00adtem adult\u00e9rio, os que violentam uma mo\u00e7a ou que caem, com uma pessoa do mesmo sexo, num crime que causa vergonha \u00e0 natureza, sem exce\u00e7\u00e3o alguma, quer seja livre quer escravo.<\/p>\n<p>Ele determinou tamb\u00e9m penas contra os que vendem com peso e medidas falsas, os que usam de fraude de qualquer outro modo e essas penas s\u00e3o muito maiores que nas outras na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Quanto aos que cometerem alguma impiedade para com Deus ou que ofen\u00addem aos pr\u00f3prios genitores, fazem imediatamente. Por\u00e9m aqueles que obser\u00advam religiosamente todas estas leis recebem como recompensa de sua virtude n\u00e3o somente ouro, prata, ou coroas adornadas de pedrarias, mas tamb\u00e9m o que \u00e9 incomparavelmente mais precioso: o testemunho da pr\u00f3pria consci\u00eancia e a felicidade de serem amados por Deus, que confirma o que Mois\u00e9s, seu servo, predisse, n\u00e3o poder deixar de acontecer; e de tal modo fortifica-lhes tanto a f\u00e9 que eles se exp\u00f5em com alegria \u00e0 morte para a defesa dessas santas leis, com a firme esperan\u00e7a de gozar de uma felicidade eterna na outra vida.<\/p>\n<p>Eu n\u00e3o teria dito o que acabo de dizer se n\u00e3o fosse de todos sabido, que muitos de nossa na\u00e7\u00e3o sofreram tantas e t\u00e3o grandes persegui\u00e7\u00f5es, e com uma coragem invenc\u00edvel toda sorte de tormentos e a mesma morte, antes que proferir a m\u00ednima palavra contra nossa lei. Mas, quando mesmo isso n\u00e3o fosse coisa de todos conhe\u00adcida e que nunca se tivesse ouvido falar de n\u00f3s, se algu\u00e9m dissesse ter lido numa hist\u00f3ria ou visto num pa\u00eds long\u00ednquo, afastado de todo com\u00e9rcio, um povo que tinha sentimentos religiosos para com Deus e que observava h\u00e1 muitos s\u00e9culos tais leis, sem jamais delas se ter afastado, poderia deixar de se admirar? N\u00e3o seria o espanto ainda maior, se visse continuamente em seu pa\u00eds mudan\u00e7as na religi\u00e3o e nos costumes? N\u00e3o sabemos que os gregos, que deliberaram h\u00e1 pouco escrever sobre o governo da rep\u00fablica foram tratados de rid\u00edculos, por que propuseram coisas cuja pr\u00e1tica \u00e9 imposs\u00edvel? N\u00e3o falamos dos fil\u00f3sofos dessa na\u00e7\u00e3o que escre\u00adveram sobre esse assunto, antes de Plat\u00e3o, que tanto eles admiram, como sobre\u00adpujando a todos os outros pela pureza dos costumes pela eloq\u00fc\u00eancia e pela for\u00e7a do racioc\u00ednio; n\u00e3o foi ele criticado mesmo nas suas com\u00e9dias, por aqueles que afirmavam que o que ele tinha escrito de pol\u00edtica n\u00e3o se podia praticar; entretanto, se considerarmos suas obras encontraremos que h\u00e1 v\u00e1rias coisas que se referem aos costumes dos outros povos e ele mesmo confessa que por causa da ignor\u00e2ncia do vulgo, ele n\u00e3o se atreveu a escrever tudo o que sabia da grandeza e da gl\u00f3ria de Deus, porque n\u00e3o o teria podido fazer sem perigo. Mas outros zombam dessas leis propostas por Plat\u00e3o, como sendo novidades e feitas apenas por passatempo e julgam de tal modo as de Licurgo, que t\u00eam os lacedem\u00f4nios por felizes por observ\u00e1-las h\u00e1 tanto tempo. \u00c9, pois, por seu pr\u00f3prio testemunho um sinal de virtude perse-verar na pr\u00e1tica das mesmas leis; e se eles admiram nisso aos lacedem\u00f4nios, n\u00e3o deveriam muito mais nos admirar, comparando o pouco de tempo que esse povo teve de observ\u00e1-las, com os mais de dois mil anos que n\u00f3s observamos as nossas? Podemos ainda acrescentar que eles s\u00f3 praticaram quando se tomaram livres e depois mesmo, as abandonaram quando a fortuna os abandonou. N\u00f3s, ao contr\u00e1\u00adrio, embora ela nos tenha de tal modo perseguido nas diversas vicissitudes dos dominadores da \u00c1sia e embora oprimidos por males, jamais delas nos afastamos sem que nos possam acusar de ter considerado nisso nosso descanso ou prazer, e embora as dificuldades e trabalhos que nos impuseram tenham sido muito maio\u00adres que os dos lacedem\u00f4nios: pois eles apenas trabalhavam a terra e desempenha\u00advam diversos of\u00edcios e viviam \u00e0 vontade nas aldeias e cidades, bem alimentados e bem vestidos, sem que outra coisa deles se exigisse que ir \u00e0 guerra contra os inimi\u00adgos daqueles que os haviam sujeitado. N\u00e3o me detenho, por\u00e9m, em fazer notar que eles n\u00e3o lhes permaneceram fi\u00e9is, como suas leis os obrigavam, pois tomaram as armas e passaram para os inimigos. Poder-se-\u00e1 dizer a mesma coisa de n\u00f3s? Sei apenas de duas ou tr\u00eas pessoas que renunciaram \u00e0s nossas leis, de medo da morte; n\u00e3o falo da morte no campo da luta, que \u00e9 f\u00e1cil de se suportar, mas da morte cruel, no meio dos tormentos, t\u00e3o horr\u00edvel que eu n\u00e3o poderia crer, seja por um movi\u00admento de \u00f3dio, que aqueles aos quais estamos sujeitos tenham feito sofrer a mui\u00adtos de nossa na\u00e7\u00e3o. Estou persuadido de que a isso foram levados, para ver se havia homens t\u00e3o apegados \u00e0 observ\u00e2ncia de suas leis, que considerassem como o mai\u00ador de todos os males fazer ou dizer a m\u00ednima coisa que lhes fosse contr\u00e1ria.<\/p>\n<p>N\u00e3o h\u00e1, entretanto, motivo de admira\u00e7\u00e3o de que nenhum outro povo se exponha t\u00e3o corajosamente como n\u00f3s \u00e0 morte, para a defesa de suas leis, pois n\u00e3o se podem resolver a observar somente coisas que nos parecem leves, como a simplicidade na bebida e na comida, nos h\u00e1bitos, a contin\u00eancia e a observ\u00e2ncia dos dias de descanso. Devemos perguntar-lhes se no ardor da peleja, quando eles p\u00f5em em fuga os inimigos, eles se poderiam resolver a praticar aquela abs\u00adtin\u00eancia de certas carnes, que a lei determina, mas n\u00f3s sentimos prazer em pres\u00adtar essa obedi\u00eancia \u00e0s nossa leis com firmeza invenc\u00edvel.<\/p>\n<p>Que Lis\u00edmaco, Molom e esses outros fil\u00f3sofos que s\u00f3 escrevem cal\u00fanias e enganam a juventude cessem de nos querer fazer passar pelos piores de todos os homens.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre outros preceitos de nossa religi\u00e3o e que todos n\u00f3s conhecemos, ela nos obriga a crer que Deus compreende tudo em si; que nada falta \u00e0 sua perfei\u00e7\u00e3o, nem \u00e0 sua felicidade, que Ele \u00e9 bastante a si mesmo e a todas as criaturas, que Ele \u00e9 o princ\u00edpio, o meio e o fim de&#8230; <a href=\"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-7-continuacao-do-capitulo-anterior-onde-tambem-falamos-dos-sentimentos-que-os-judeus-tem-da-grandeza-de-deus-e-do-que-eles-sofreram-para-nao-faltar-a-observancia-de-suas-leis\/\">ler mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[728,922,1263,1275,1478,1727,1768,2073,2790,2868,2941],"class_list":["post-1175","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livro-segundo-iii-parte-apendice-resposta-de-flavio-josefo-a-apio","tag-continuacao","tag-deus","tag-falamos","tag-faltar","tag-grandeza","tag-judeus","tag-leis","tag-observancia","tag-sentimentos","tag-sofreram","tag-tem"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1175","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1175"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1175\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1175"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1175"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1175"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}