{"id":1169,"date":"2015-04-06T01:31:42","date_gmt":"2015-04-06T01:31:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.umsocorpo.com.br\/site\/historia-dos-hebreus\/?p=1169"},"modified":"2015-04-06T01:31:42","modified_gmt":"2015-04-06T01:31:42","slug":"capitulo-4-resposta-ao-que-apio-diz-ante-a-afirmacao-de-possidonio-e-de-apolonio-molom-que-os-judeus-tinham-em-seu-tesouro-sagrado-uma-cabeca-de-burro-toda-de-ouro-e-a-uma-fabula-que-ele-inventou","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-4-resposta-ao-que-apio-diz-ante-a-afirmacao-de-possidonio-e-de-apolonio-molom-que-os-judeus-tinham-em-seu-tesouro-sagrado-uma-cabeca-de-burro-toda-de-ouro-e-a-uma-fabula-que-ele-inventou\/","title":{"rendered":"Cap\u00edtulo 4 &#8211; Resposta ao que \u00c1pio diz ante a afirma\u00e7\u00e3o de Possid\u00f4nio e de Apol\u00f4nio Molom, que os judeus tinham em seu tesouro sagrado uma cabe\u00e7a de burro toda de ouro e a uma f\u00e1bula, que ele inventou, isto \u00e9, que se engordava todos os anos no Templo um grego, para ser sacrificado, ao que ele acrescenta uma outra de sacerdote de Apoio."},"content":{"rendered":"<p>Penso ter suficientemente respondido ao que \u00c1pio diz contra n\u00f3s, referente a Alexandria e n\u00e3o saberia admirar assaz a esquisitice de Possid\u00f4nio e de Apol\u00f4nio Molom, que lhe forneceram a mat\u00e9ria. Esses dois fil\u00f3sofos nos acusam de n\u00e3o adorar os deuses que as outras na\u00e7\u00f5es adoram; dizem mil mentiras sobre isso mesmo, e n\u00e3o se incomodam em falar de maneira rid\u00edcula de nosso Templo, embora nada seja mais vergonhoso a pessoas livres do que mentir de qualquer modo que seja, e ainda mais, quando se trata de um lugar consagrado a Deus, cuja santidade o torna c\u00e9lebre por toda a terra.<\/p>\n<p>\u00c1pio atreveu-se, portanto, a dizer, sob sua afirmativa, que os judeus tinham em seu tesouro sagrado uma cabe\u00e7a de burro, toda de ouro e de grande valor, que eles adoravam e que foi encontrada quando Antioco saqueou o Templo. Respondo antes de tudo que, mesmo quando essa acusa\u00e7\u00e3o fosse t\u00e3o verdadeira quanto \u00e9 falsa, n\u00e3o lhe competiria, sendo eg\u00edpcio, como ele \u00e9, censurar-nos, porque um burro n\u00e3o \u00e9 mais desprez\u00edvel do que um bode, um crocodilo ou um outro animal que os eg\u00edpcios colocam no n\u00famero dos seus deuses. Ser\u00e1 poss\u00edvel que ele seja t\u00e3o cego, que n\u00e3o veja que jamais houve mentira t\u00e3o absurda e t\u00e3o evidente? Todos sabem que n\u00f3s sempre observamos as mesmas leis, sem jamais lhes fazermos a menor modifica\u00e7\u00e3o; entretanto, quando Jerusal\u00e9m sofreu as grandes desgra\u00e7as, \u00e0s quais todas as cidades do mundo est\u00e3o sujeitas, e foi tomada por Teos, por Pompeu, por Crasso e, final\u00admente, por Tito, e eles se tornaram possessores do Templo, que encontraram todos eles, sen\u00e3o uma grande piedade, sobre a qual, n\u00e3o \u00e9 este o lugar de eu me estender?<\/p>\n<p>Quando Antioco, violando o direito das gentes, saqueou o Templo, de que n\u00e3o se havia apoderado pelas leis da guerra, pois dizia ser nosso aliado e nosso amigo, mas por um fato imprevisto e para satisfazer \u00e0 sua ambi\u00e7\u00e3o e avareza, tudo o que ele encontrou era digno de respeito, como se v\u00ea, pela maneira de como falam v\u00e1rios autores fidedignos, como Pol\u00edbio Megalopolitano, Estrab\u00e3o da Capad\u00f3cia, Nicolau de Damasco, Castor, o cron\u00f3grafo, e Apolodoro, que dizem que Antioco, tendo necessidade de dinheiro, violou a alian\u00e7a feita com os judeus e saqueou o Templo, que estava cheio de riquezas.<\/p>\n<p>Apio deveria ter considerado tr\u00eas coisas, se n\u00e3o fosse t\u00e3o est\u00fapido como um asno impudente como um c\u00e3o, que \u00e9 um dos deuses de sua na\u00e7\u00e3o. N\u00e3o presta\u00admos honra alguma aos asnos, nem lhes atribu\u00edmos poder algum, como os eg\u00edp\u00adcios aos crocodilos e \u00e0s serpentes, que eles adoram, a ponto de acreditar que os que s\u00e3o devorados por aqueles e picados por estas, devem ser colocados no n\u00famero dos bem-aventurados. Os asnos entre n\u00f3s, como em qualquer outro lugar civilizado onde se age com racioc\u00ednio, s\u00f3 servem para carregar fardos e outros instrumentos, principalmente para a agricultura e damos-lhes pancadas quando s\u00e3o pregui\u00e7osos ou v\u00eam comer o trigo na eira.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso que \u00c1pio tenha sido bem pouco inteligente para inventar tais f\u00e1bu\u00adlas ou ent\u00e3o incapaz de escrever, pois que de tudo o que ele diz com falsidade contra n\u00f3s, nada h\u00e1 que nos possa prejudicar. Ele n\u00e3o se contenta com tantas esquisitices e acrescenta outra f\u00e1bula, a mais rid\u00edcula que se possa imaginar, e que veio dos gregos \u2014 embora falem de piedade, devem saber que por maior que seja o pecado de profanar um templo, \u00e9 ainda mais grave supor-se que os sacerdotes cometem impiedades, em que jamais pensaram. Assim, para defen\u00adder um rei sacr\u00edlego, ele n\u00e3o teme escrever coisas fals\u00edssimas de n\u00f3s e de nosso Templo. Para justificar a perf\u00eddia que a necessidade de dinheiro fez Ant\u00edoco co\u00admeter contra nossa na\u00e7\u00e3o, ele diz que esse soberano encontrou no Templo um homem num leito, com uma mesa junto dele coberta de iguarias saborosas tan\u00adto de carne como de peixe; que aquele homem, fora de si pelo espanto, atirou-se aos seus p\u00e9s e de joelhos rogou-lhe que o libertasse. Ant\u00edoco mandou-o sen\u00adtar-se e dizer-lhe quem ele era, quem o tinha trazido para ali e porque era trata\u00addo com tanto cuidado e suntuosidade. O homem, ent\u00e3o suspirando e derraman\u00addo l\u00e1grimas, dissera-lhe que era grego de nascimento e que passando pela Jud\u00e9ia, fora aprisionado, e tinham-no levado para o Templo e tratado daquele modo, sem se indagar quem ele era; a princ\u00edpio ele ficara muito contente, mas em seguida, come\u00e7ara a desconfiar e por fim, uma estranha afli\u00e7\u00e3o invadira-lhe a alma, pois, tendo interrogado aos que o serviam, soube que o alimentavam da\u00adquele modo para observar uma lei inviol\u00e1vel entre os judeus, que os obrigava a reter todos os anos um grego, para, depois de t\u00ea-lo engordado durante um ano, lev\u00e1-lo a uma floresta para mat\u00e1-lo e oferecer-lhe o corpo em sacrif\u00edcio, com certas cerim\u00f4nias, comer sua carne, atirar o resto numa fossa e protestar com juramento, conservar \u00f3dio mortal para com os gregos; assim, n\u00e3o lhe restava mais que poucos dias de vida; ele rogava ent\u00e3o, pelo respeito que ele tinha para com os deuses dos gregos, que o livrasse do perigo em que o colocava t\u00e3o hor\u00adr\u00edvel desumanidade.<\/p>\n<p>Esta narra\u00e7\u00e3o, embora feita apenas por passatempo, com espantosa desfa\u00e7a\u00adtez, poderia desculpar a Ant\u00edoco do sacril\u00e9gio, como pretendem aqueles que a inventaram, em seu favor, pois que n\u00e3o era, segundo eles mesmos, o fim de livrar aquele grego, que o tinham feito entrar no Templo, mas ele o encontrou, sem esperar e assim, tal mentira n\u00e3o justifica sua impiedade. Pois n\u00e3o \u00e9 somente com as leis dos gregos que as nossas n\u00e3o concordam; s\u00e3o ainda mais contr\u00e1rias \u00e0s dos eg\u00edpcios e \u00e0s de outros povos. Haver\u00e1 algum pa\u00eds, de onde \u00e0s vezes os habitantes n\u00e3o viajem para o nosso? Porque os gregos seriam os \u00fanicos de que n\u00f3s quis\u00e9ra\u00admos todos os anos derramar o sangue, para renovar tal juramento? Al\u00e9m disso, seria poss\u00edvel que todos os judeus se reunissem para sacrificar uma v\u00edtima, e que a carne de um \u00fanico homem fosse suficiente para que todos comessem, como \u00c1pio diz? Como Ant\u00edoco n\u00e3o teria devolvido \u00e0 Gr\u00e9cia com grande pompa aquele ho\u00admem de quem n\u00e3o se diz o nome, a fim de granjear, al\u00e9m da reputa\u00e7\u00e3o de pieda\u00adde o afeto dos gregos e animar em seu favor os outros povos contra os judeus?<\/p>\n<p>A esse respeito, por\u00e9m, j\u00e1 falamos demais, pois \u00e9 por meio de coisas eviden\u00adtes e n\u00e3o com palavras que devemos confundir os loucos. Todos os que viram nosso Templo sabem que n\u00f3s observamos inviolavelmente as leis, que lhe con\u00adservavam a pureza. Tinha ele quatro p\u00f3rticos, em cada um dos quais montava-se guarda, como a lei o ordenava. A entrada ao primeiro era permitida a todos, mesmo aos estrangeiros, exceto \u00e0s mulheres durante seu inc\u00f4modo ordin\u00e1rio. Os judeus, e s\u00f3 eles entravam no segundo e suas mulheres tamb\u00e9m, depois de purificadas. Os homens entravam tamb\u00e9m no terceiro, contanto que estives\u00adsem purificados. Os sacerdotes, revestidos de seus paramentos sacerdotais, entravam no quarto. E somente o sumo secerdote podia entrar no Santu\u00e1rio, com aquele h\u00e1bito t\u00e3o santo e t\u00e3o vener\u00e1ve! que lhe era peculiar. Todas estas coisas eram ordenadas com tanta piedade, que os sacerdotes s\u00f3 entravam em determinadas horas. Pela manh\u00e3, quando o Templo se abria, os que deviam sacrificar as v\u00edtimas entravam e eram obrigados a l\u00e1 se encontrar ao meio-dia, quando se fechava. N\u00e3o era permitido levar vaso algum e dentro s\u00f3 havia o altar, a mesa, o tur\u00edbulo e o candelabro, todas coisas determinadas pela lei, e n\u00e3o havia mist\u00e9rios secretos e jamais se comia ali. Sobre isso nada direi, de que os olhos de todo o povo n\u00e3o tenham sido testemunhas irrefrag\u00e1veis. Embora houvesse quatro ra\u00e7as de sacerdotes, de mais de cinco mil homens cada uma, todas elas desempenhavam sua fun\u00e7\u00e3o em determinados dias, vez por vez, o seu of\u00edcio no minist\u00e9rio.*<\/p>\n<p>______________________________<\/p>\n<p>* H\u00e1 no latim, e n\u00e3o mais se encontra no texto grego, mediante die.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ao meio-dia eles se reuniam no Templo e uns entregavam as chaves aos ou\u00adtros, entregavam igualmente todos os vasos, depois de conferidos, sem que hou\u00advesse um s\u00f3 para nele se comer ou beber e era mesmo proibido coloc\u00e1-lo sobre o altar, exceto os que serviam para o sacrif\u00edcio.<\/p>\n<p>Que diremos ent\u00e3o de \u00c1pio, que afirmou coisas incr\u00edveis e rid\u00edculas sem t\u00ea-las examinado antes? Que h\u00e1 de mais vergonhoso a um homem do que nada referir de verdadeiro? Embora conhe\u00e7a a santidade de nosso Templo, ele n\u00e3o quis dizer uma palavra sobre isso. N\u00e3o teve vergonha de fingir aquela aventu\u00adra do homem grego aprisionado no Templo, tratado suntuosamente, num lugar onde n\u00e3o era nem mesmo permitido entrar aos mais ilustres dos judeus, se n\u00e3o fossem sacerdotes. Como se pode isso chamar, sen\u00e3o de enorme impi-edade e mentira volunt\u00e1ria, feita com o fim de enganar aos que n\u00e3o se que\u00adrem dar ao trabalho de aprofundar a verdade? \u00c9 assim que se esfor\u00e7am por nos prejudicar, por meio de cal\u00fanias e \u00c1pio, que se finge de homem de bem, n\u00e3o teme, para nos tornar ainda mais odiosos, acrescentar a essa rid\u00edcula f\u00e1bula, que aquele grego tinha tamb\u00e9m dito que enquanto ele fora conserva\u00addo prisioneiro no Templo e tratado magnificamente, os judeus, estando em\u00adpenhados numa longa guerra contra os idumeus, um certo Zabida veio de uma cidade da Idum\u00e9ia, onde era sacerdote de Apoio, deus dos d\u00f3rios, pro\u00adcurar os judeus e prometeu entregar-lhes a est\u00e1tua daquela divindade e vir ao Templo de Jerusal\u00e9m contanto que todos os judeus para l\u00e1 se dirigissem; que aquele homem encerrou-se em seguida numa m\u00e1quina de guerra, em redor da qual havia tr\u00eas ordens de tochas, que \u00e0 medida que ele andava faziam-no parecer um astro que rolava por cima da terra;* que t\u00e3o surpreendente vis\u00e3o deixou at\u00f4nitos os judeus, que o viam vir de longe e que quando sem fazer rumor ele chegou ao Templo, tomou aquela cabe\u00e7a de burro, que era de ouro e regressou imediatamente a Dora.<\/p>\n<p>__________________________________<\/p>\n<p>* Aqui termina o latim sobre o qual o precedente foi traduzido, porque se perdeu o texto grego.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Posso dizer, com verdade, que \u00c1pio n\u00e3o poderia fazer um conto t\u00e3o imperti\u00adnente, sem mostrar que \u00e9 ele mesmo o maior burro e o mais desavergonhado mentiroso que jamais existiu, pois aqueles lugares de que ele fala s\u00e3o imagin\u00e1rios e sua ignor\u00e2ncia \u00e9 t\u00e3o grande que ele n\u00e3o sabe que a Idum\u00e9ia confina com nosso pa\u00eds, perto de Gaza, e n\u00e3o tem nenhuma cidade com o nome de Dora. H\u00e1, por\u00e9m, um na Fen\u00edcia, perto do monte Carmelo, que tem esse nome, mas n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o nenhuma com o que \u00c1pio diz, t\u00e3o fora de prop\u00f3sito, estando distan\u00adte quatro jornadas da Idum\u00e9ia.<\/p>\n<p>Em que se funda ele tamb\u00e9m para nos acusar de n\u00e3o reconhecermos como deuses os que os estrangeiros adoram, pois que ele nos quer persuadir de que nossos antepassados tinham acreditado facilmente que Apoio vinha a eles, e que caminhava sobre a terra rodeado de estrelas? N\u00e3o haviam eles jamais visto l\u00e2mpadas e tochas, eles, que as tinham em t\u00e3o grande quantidade? Esse pretenso Apoio podia caminhar atrav\u00e9s de um pa\u00eds t\u00e3o povoado sem encontrar algu\u00e9m que descobrisse sua esperteza? Teria ele, num tempo de guerra, encontrado as aldeias e as vilas sem sentinelas? N\u00e3o falo dos outros absurdos que encontra\u00admos nessa hist\u00f3ria rid\u00edcula. Eu n\u00e3o saberia perguntar como \u00e9 poss\u00edvel que as portas do Templo que, tendo sete c\u00f4vados de altura (4,5 metros), vinte de largura e estando todas cobertas de l\u00e2minas de ouro, eram t\u00e3o pesadas que se precisavam de duzentos homens para fech\u00e1-las, todos os dias,* e seria um cri\u00adme deixar abertas, tivessem sido por esse impostor t\u00e3o facilmente revestidas de luz e ele tivesse podido sozinho carregar aquela pesada cabe\u00e7a de burro de ouro maci\u00e7o. Eu pergunto tamb\u00e9m se ele a levou ou se a deu a algum \u00c1pio, para lev\u00e1-la a fim de que Ant\u00edoco a achasse para dar motivo a este segundo \u00c1pio de inventar a f\u00e1bula.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>_________________________________<\/p>\n<p>* Deixaram em branco a altura dessas portas porque deve necessariamente haver no texto grego uma lacuna que Genebrard seguiu, havendo em um e no outro apenas sete c\u00f4vados, o que \u00e9 imposs\u00edvel, porque a largura dessas portas era de vinte c\u00f4vados (13 metros) e eram necess\u00e1rios 200 homens para fech\u00e1-las.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Penso ter suficientemente respondido ao que \u00c1pio diz contra n\u00f3s, referente a Alexandria e n\u00e3o saberia admirar assaz a esquisitice de Possid\u00f4nio e de Apol\u00f4nio Molom, que lhe forneceram a mat\u00e9ria. Esses dois fil\u00f3sofos nos acusam de n\u00e3o adorar os deuses que as outras na\u00e7\u00f5es adoram; dizem mil mentiras sobre isso mesmo, e n\u00e3o se&#8230; <a href=\"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/capitulo-4-resposta-ao-que-apio-diz-ante-a-afirmacao-de-possidonio-e-de-apolonio-molom-que-os-judeus-tinham-em-seu-tesouro-sagrado-uma-cabeca-de-burro-toda-de-ouro-e-a-uma-fabula-que-ele-inventou\/\">ler mais &raquo;<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[96,131,217,239,247,249,443,449,989,1068,1252,1487,1646,1727,1960,2135,2295,2601,2701,2703,2714,2945,2975,2990],"class_list":["post-1169","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-livro-segundo-iii-parte-apendice-resposta-de-flavio-josefo-a-apio","tag-acrescenta","tag-afirmacao","tag-anos","tag-apio","tag-apoio","tag-apolonio","tag-burro","tag-cabeca","tag-diz","tag-engordava","tag-fabula","tag-grego","tag-inventou","tag-judeus","tag-molom","tag-ouro","tag-possidonio","tag-resposta","tag-sacerdote","tag-sacrificado","tag-sagrado","tag-templo","tag-tesouro","tag-tinham"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1169","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1169"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1169\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1169"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1169"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/umsocorpo.com.br\/historia-dos-hebreus\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1169"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}