Um comentário sobre Mateus 25

Todo o capítulo deve ser entendido à luz de Mateus 24.36-51. As duas parábolas são na realidade a mesma parábola, uma para facilitar o entendimento das mulheres ,estas valorizam o casamento, família e outra para facilitar o entendimento dos homens, valorizam o trabalho e em como manter a família.

A parábola das 10 virgens, a parábola dos talentos e o julgamento final das nações

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Todo o capítulo deve ser entendido à luz de Mateus 24.36-51(45-51). As duas parábolas são na realidade a mesma parábola, uma para facilitar o entendimento das mulheres (estas valorizam o casamento, família) e outra para facilitar o entendimento dos homens (valorizam o trabalho e em como manter a família). Na primeira faltou a prudência de ter uma vasilha reserva de óleo (elas devem ter achado pesado levar a candeia mais outra vasilha), na segunda faltou a ousadia de fazer o que se podia fazer dentro da sua capacidade.

Em Mateus 24:45-51 ele fala do servo mau que, diante da demora – veja que o longo tempo de espera é um ponto de destaque nestas parábolas – sai para beber e comer. Aqui ele alarga esta visão: tem os que saem para se divertir e abandonam o seu trabalho, tem as que não tem óleo reserva e o medroso que apenas pensa em devolver o que recebeu. Todos os três ficarão de fora.

Já em Mateus 25:31-46 ele fala naqueles que não fizeram o bem ao próximo como se estivesse fazendo ao próprio Senhor. Daí tiramos algumas lições dos que ficam de fora do Reino de Deus:

a) Primeiro o que abandona suas funções para se dedicar aos prazeres desta vida (os que julgam que seguir a Jesus não é tão sério assim);

b) Os que não são prudentes (estes achavam que o que tinha era o suficiente, não precisavam se dedicar mais – esta é a lição: não estar satisfeito com o que tem, buscar mais);

c) Os que por medo não fizeram nada (medo de falar, de testemunhar, de se apresentar como discípulo nos lugares e em atitudes, de não querer “dividir” em favor do Reino); e

d) Os que não se dispuseram em servir ao próximo (tinham até os meios para isto, mas preferiram guardar para si mesmos, ou até julgaram que outro pode fazer isto e não seria necessário que eles o fizessem – lembra aqueles que vêem a obra como um ato da igreja e não necessariamente deles individualmente, que ele não precisa ser mais um na obra, se envolver diretamente, acha até bonito o que a igreja faz, mas não sente interesse e não toma a atitude pessoal de fazer a obra, de por “a mão na massa”, de gastar a si, família e bens na obra).

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