Um comentário sobre Mateus 24

A pergunta dos discípulos foi acerca da vinda de Jesus e do final dos tempos. Jesus deve ter se concentrado em responder esta pergunta, e talvez ampliado mais o assunto.

A pergunta dos discípulos foi acerca da vinda de Jesus e do final dos tempos. Jesus deve ter se concentrado em responder esta pergunta, e talvez ampliado mais o assunto. Jesus já inicia informando que ninguém deveria ser enganado acerca do momento de sua vinda. “Eu sou o Cristo” seria recorrente mas não um sinal de sua vinda. No v.6 ele indica “vocês ouvirão…”, com isto ele coloca os discípulos neste momento que é chamado o princípio das dores. Desde aquele momento estamos vivendo os momentos finais deste mundo. Guerras, rumores de guerras, fomes e terremotos são apenas o início do fim e não o fim em si mesmo. Estes itens não nos servem de sinal para a volta de Cristo, eles ocorrem desde a queda de Adão, embora estejam se intensificando desde então.

No versículo 15 começa os sinais da volta de Cristo. Ele diz “assim, quando…” indicando o momento que devemos estar bem apercebidos e cita Daniel e o “sacrilégio terrível” (também citado por Paulo). Aí sim começa a grande tribulação, este é o sinal. Este período pode ser mudado através de oração, pois seria muito pior se for no inverno ou no sábado (para os judeus), pelos motivos que são inerentes à estas estações. Embora possamos orar para que este período seja mudado, não podemos orar para evitar que esta tribulação ocorra.

O versículo 22 dá a entender que a igreja passará por esta tribulação, pois fala de eleitos vivendo neste período (eles serão reunidos pelos anjos).

No versículo 29 fala de coisas que ocorreram após a tribulação (sol e lua sem brilho, estrelas que caem), ou seja, não é um sinal para este período, é um fato que ocorrerá depois e não antes. E aí, sim, a manifestação (parousia) de Jesus. E no v.31 fala do arrebatamento da igreja, indicando mais uma vez que a igreja passará por este período. É bom falarmos de arrebatamento, pois esta palavra significa “ser tomado a força”, e todas as vezes em que ela aparece na bíblia é visível às pessoas, não havendo nenhuma alusão ao arrebatamento invisível.

O versículo 34 fala da geração em que vivemos, a geração que vive o “início das dores” e o “fim dos dias”.

Versículos 35-44

Fala do que aconteceu a Noé. O problema não é o casamento, mas sim a falta de percepção do momento em que vivemos. Não podemos ser como o mundo que está tão ocupado com suas coisas e achando tão normal o que lhe acontece (embora ele se torne pior a cada dia) que não perceberá a vinda de Cristo.

No início de sua fala sobre a sua vinda Ele nos aconselha a não sermos enganados, e agora termina nos aconselhando a não estarmos desatentos. São dois perigos que a igreja deve se livrar: o engano (com seus exageros “apocalípticos” não bíblicos) e a falta de vigilância (o achar que estar tudo bem e normal, ou seja o “quando vos disserem há paz e segurança…”).

Versículos 45-51

O texto fala de 3 personagens: o servo bom, o servo mau e os hipócritas. O servo mau também foi encarregado das mesmas funções do servo bom, o que lhe ocorre é que ele acha que como seu senhor está demorando ele pode abdicar de suas funções para viver como os outros, abandonando o seu serviço para se divertir. Esta decisão lhe custará a eternidade.

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