O legado de Jesus: Unidade

Sua última conversa com seus discípulos antes de sua morte

Leia  João 13, João 14, João 15, João 16 e João 17

Primeira Mensagem – UNIDADE

“Uma comunidade que manifesta diante do mundo sua unidade

Considerações preliminares

Em João 17 chegamos ao ponto mais alto do legado de Jesus. Já não é uma conversação com seus discípulos e sim com o Pai, porém diante de seus discípulos. Jesus abre seu coração e derrama sua alma diante do Pai, e lhe faz o pedido mais difícil de ser respondido desde que o pecado entrou na história da humanidade.

Este é um capítulo único na Bíblia. Todo o capítulo, exceto a primeira frase, é uma oração. Jesus muitas vezes passava a noite inteira orando, falando com seu Pai. O que lhe diria? Antes de começar seu ministério passou 40 dias em oração e jejum. O que orava? Não temos nenhum registro dessas horas de oração. Só temos algumas frases breves. Juan 17 é o único registro amplo de uma oração de Jesus.

Minha experiência pessoal com João 17.

Os discípulos de Jesus estavam muito impressionados e sensíveis por tudo o que haviam vivido durante essas horas com Jesus. O Senhor lhes tinha lavado os pés. Havia partido o pão, dizendo que era seu corpo, deu-lhes de beber do cálice, dizendo que era o sangue da nova aliança. Ele lhes havia dito que um deles iria traí-lo, que estava indo para o Pai … que lhes enviaria outro em seu lugar, o Espírito Santo, que tivessem paz … Os discípulos estavam tristes e perplexos. Então acontece o que é narrado no capítulo 17.

O objetivo supremo da oração

V.1 Pai, é chegada a hora; glorifica a teu Filho, para que o Filho te glorifique a ti,

Este primeiro pedido revela o objetivo de tudo o que se segue nesta oração. Como em uma peça musical, o primeiro acorde indica a tônica, ou o tom de toda a partitura. Tudo o que Jesus pede, imediatamente aponta para este objetivo supremo: QUE O PAI SEJA GLORIFICADO.

Ainda que na primeira frase peça ao Pai para que glorifique a seu Filho, contudo a glorificação do Filho tem um único propósito: “para que teu Filho te glorifique a ti”. O Pai tem um só filho, que agora está indo para a cruz e para morrer. Se o Filho não fosse glorificado, o Pai também não será. A glorificação do Pai depende da glorificação do Filho.

Jesus intercede por três círculos de pessoas:

  • Por si mesmo
  • Pelos onze discípulos
  • Por todos os que hão de crer nele através dos séculos.

Em cada um desses três círculos, o objetivo é sempre o mesmo: que o Pai seja glorificado.

1. Jesus ora por si mesmo.

Vs.4-8 Primeiro se reporta diante do Pai (v.4) “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer;”. Como dizendo: Pai: Missão cumprida!

Qual é essa obra?

  • “Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo…” (v.6).
  • “eu lhes tenho transmitido as palavras que me deste, e eles as receberam…” (v.8).
  • “Conheceram… Creram que tu me enviaste.”

Que pede Jesus por si mesmo?

  • “glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo.” (v.5).

Como dizendo: Pai agora eu vou para a cruz, vou morrer e ser sepultado. Pai, ressuscita-me. Exalta-me à tua destra, pois sou teu Filho único. Glorifica a teu Filho, para que tu sejas glorificado nele.

2. Jesus ora pelos onze discípulos.

Vs. 9-19 Jesus, antes de orar por toda a igreja, ora primeiro pelos líderes da igreja.

Que pede por eles?

  • “Guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um, assim como nós. ” (v.11).
  • “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal.” (v.15).
  • “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade.” (v.17).

Pede duas coisas: Que sejam um e que sejam santificados. A única maneira em que o Filho é glorificado, e no Filho o Pai, é que a sua igreja na terra SEJA UNA e SANTA.

3. Jesus ora por todos os que crerão nele no mundo.

Vs.20-16 Mas não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da sua palavra; (v.20). Todos nós estamos incluídos nessa oração de Jesus.

Que pede por eles e por todos nós?

  • Que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. (v.21).
  • Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; (v.22)
  • Eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade… (v.23)

Imagino que João 17 é um resumo da oração que Jesus fez diante deles. Se em um resumo João escreveu 5 vezes “que sejam um”, eu imagino que Jesus deverá ter repetido essa frase muitas vezes em sua oração. A única forma em que o Pai seja glorificado na terra é pela unidade de todos os seus filhos em Jesus Cristo.

O quatro períodos que abraçam esta oração

Primeiro período: Desde o batismo de Jesus até João 17. (Aproximadamente 3 ½ anos).

Jesus glorificou o Pai nesta primeira fase, ao cumprir com toda fidelidade tudo o que o pai lhe havia encomendado. (V.4-8)

 

Segundo período: Desde a crucificação até o Pentecostes. (Uns 53 dias).

O Pai respondeu plenamente a oração do seu Filho e o ressuscitou dos mortos e o glorificou com aquela glória que eu tinha antes que o mundo existisse.

Terceiro período: Desde o Pentecostes até a segunda vinda de Cristo.

A maior parte da intercessão de Cristo se refere a este 3º período, que é o que estamos agora. É o período da igreja na terra. A este período se refere desde o v.9 até o 26, com exceção do v.24.

Quarto período: Desde a segunda vinda de Cristo até a eternidade. O objetivo da oração de Jesus é que o Pai seja glorificado em cada uma dessas etapas.

Isto está assegurado, pois quando Cristo voltar, se acabará toda maldade e será suprimida toda autoridade contrária a Deus. A isto se refere o v. 24.

 

Os dois primeiros períodos já se cumpriram plenamente. Pelo último período não devemos nos preocupar, pois se cumprirá plenamente a partir da segunda vinda de Cristo, e em todos os que morreram em Cristo e partiram para estar com ele. É evidente que a carga principal de Jesus é pelo 3º Período. O período atual da Igreja na Terra. Jesus pediu ao Pai que todos sejamos um, neste 3º período.

 

As desculpas mais comuns que devemos descartar

 

1ª. Desculpa: “No céu todos seremos um”.

Não há dúvida de que no céu todos nós seremos um, mas em João 17 Jesus orou insistentemente para que todos sejamos um aqui na terra. A palavra mundo aparece nesta oração 18 vezes. Alguns exemplos:

v. 11 Já não estou no mundo, mas eles continuam no mundo… guarda-os em teu nome, que me deste, para que eles sejam um…
v. 15 Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal.
v. 21 … a fim de que todos sejam um… para que o mundo creia…
v. 23 … que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste…

Como podemos observar Jesus não está pedindo por nossa unidade no céu e sim na terra para que o mundo creia.

2ª. Desculpa: “Nossa unidade é espiritual, é a unidade do corpo místico e invisível de Cristo.” “Em Cristo, todos filhos de Deus já somos um.”

Isto em parte é verdade, mas já que somos um em Cristo, devemos viver em unidade e manifestar diante do mundo essa unidade.

Apresento uma comparação: Quando um homem e uma mulher se casam, Deus os declara “uma só carne”. Se em seguida se divorciam, para Deus eles seguem sendo uma só carne, pois o vínculo que os une é indissolúvel até a morte, mas agora eles estão vivendo separados. O mesmo sucede com a igreja no mundo, e em cada cidade do mundo. Somos um em Cristo, mas estamos divididos em milhares de denominações e “igrejas”. A divisão da igreja é o escândalo (obstáculo) maior para que o mundo creia. Jesus pediu pela unidade visível da igreja diante dos olhos do mundo. O mundo acredita no que vê. Ao ver-nos divididos lhes custa crer. O mundo não entende nada de uma unidade invisível e mística, enquanto que, na prática estamos divididos e às vezes brigados.

3ª. Desculpa: “Unidade na diversidade”

O Novo Testamento fala de diversidade de dons, diversidade de ministérios, mas jamais fala de diversidade de igrejas. Ao contrário, cada vez que ensina sobre a diversidade de dons e ministérios, ao mesmo tempo declara que essa diversidade deve funcionar em um só corpo.

  • Romanos 12:4-8. O versículo 6 diz: “… temos diferentes dons …”, mas o versículo 5 afirma: “… nós somos um só corpo em Cristo, e individualmente membros uns dos outros
  • 1 Coríntios 12,4-28. Fala de diversidade de dons, diversidade de ministérios e diversidade de operações (v. 4, 5 e 6). Mas, desde os vs.12 a 27, repete 17 vezes a palabra corpo. O v.12 “um só corpo”.
  • Efésios 4,11-16, fala dos diferentes ministérios, mas sempre enfatiza “o corpo de Cristo.”

4 ª Desculpa: “Somos como Israel, um só povo mas dividido em 12 tribos”

Toda a figura do Antigo Testamento que não tem seu correlato ensino no Novo Testamento não é válido para estabelecer doutrina. Jesus estabeleceu 12 apóstolos, mas nunca lhes disse que eles seriam a cabeça das doze tribos da igreja. Em Jerusalém, cada apóstolo não formou sua própria tribo. Atos fala de “a igreja que estava em Jerusalém” (8,1).

Em Antioquia havia profetas e mestres, ao todo eram cinco, mas juntos presidiam a única igreja da cidade. (Atos 13,1) Em Corinto Paulo corrige energicamente aos que querem dividir a igreja da cidade alinhando-se atrás de diferentes apóstolos. (1 Coríntios 1,10-13) Em Efésios 3,14-15 Paulo declara que de um só Pai ” toma o nome toda família nos céus e na terra.”

5 ª. Desculpa: A resignação: a falta de fé

Este é a desculpa mais difícil de vencer. Muitos dizem, seria muito lindo que houvesse uma só igreja … mas hoje isso já é algo impossível. Passaram-se tantos séculos … há tantas diferenças … há tantas denominações. Os tais dizem: a unidade é uma utopia. 7 Pode ser uma utopia para o homem. Se este fôsse o plano de alguns homens, concordo plenamente que seria total utopia. Mas, não há utopias para Deus.

Primeiro, devemos afirmar que este é o projeto eterno de Deus. É o que Deus propôs a fazer na terra, através de Seu Filho, antes da fundação do mundo. Nada é impossível para Deus. Acaso quando se propôs criar o vasto universo, lhe foi impossível de fazer? Não fez tudo com a palavra de seu poder? Humanamente era impossível que uma mulher virgem concebesse e tivesse um filho. Mas, como disse o anjo Gabriel a Maria: porque nada é impossível para Deus (Lc 1,17). Tudo é possível se você acreditar. Se creres verás a glória de Deus.

3 perguntas que podem nos ajudar em nossa fé:

1. Deus quer que a Sua igreja na terra volte a ser uma? É a sua vontade de que todos os seus filhos em cada cidade do mundo sejamos um?

2. Deus pode fazer? Terá suficiente poder para fazer com que sua igreja seja una e santa outra vez aqui na terra? Apesar das divisões que existem hoje?

3. Ele o fará? Unirá a sua igreja? Todos os seus filhos voltaremos a ser um? Responderá plenamente o Pai à oração de Jesus, em João 17? A igreja chegará a ser una, gloriosa, santa e multitudinária antes da volta de Cristo?

Apresento uma 4ª pergunta: Vai fazer isso na nossa geração?

– Na nossa geração se tem produzido um ponto de inflexão. As linhas divergentes dos últimos 5 séculos foram quebradas e tornaram-se em linhas convergentes.

– O derramamento do Espírito Santo sobre toda a carne está produzindo mudanças impensáveis em todos os níveis .

– Deus nos devolveu a fé e a esperança de que o que ele se propôs realizar o alcançará para Sua glória. Seremos um e o mundo crerá que Jesus é o Senhor.

– Somos responsáveis em nossa geração de avançar o mais possível em direção a essa unidade tão sonhada, desejada e determinada por Deus.

O modelo de unidade: a Trindade

O que mais me impressiona desta oração é que Jesus pede que entre seus discípulos haja a mesma classe de unidade que ele tem com o Pai. A mesma qualidade de relação.

V.11: … que sejam um, como nós somos.
V.21: … que todos sejam um, como Tu, oh Pai, estás em mim e eu em ti, que também eles estejam em nós …
V.22: … que sejam um, como nós somos um.
V.23: Eu neles e tu em mim, para que sejam perfeitos em unidade …

Este é um pedido tremendo. Ele está pedindo algo sobrenatural. Uma unidade que só existe na Trindade. Humanamente é uma loucura, algo impossível de se alcançar. Mas é isso o que pede. Algo sobrenatural. Por essa razão Jesus não está pedindo a seus discípulos que sejam um. Seria por sobre eles uma carga muito difícil, e uma marca impossível de alcançar. Por isso é que Jesus está pedindo ao Pai. E para o Pai não há nada impossível. Aleluia!

Podemos imaginar por um momento a unidade que há entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo? Existe alguma rivalidade entre eles? Algum ciúme, alguma inveja? O Pai ama o Filho e lhe entregou todas as coisas. O Filho ama o Pai, e sempre fez o que agradava a Ele. Cada um procurou glorificar ao outro. O Pai exaltou ao Filho e ordenou que todo o joelho se dobre diante dele. O Filho glorificou sempre ao Pai e lhe deu toda a glória. O Espírito Santo veio para glorificar a Jesus Cristo e torná-lo conhecido. Entre eles sempre houve honra recíproca, o respeito mútuo, sujeição; e acima de tudo, AMOR-ÁGAPE.

É possível que seres mortais, carnais, pecadores como nós alcancemos semelhante grau de unidade?

O que é impossível aos homens é possível para Deus. O Pai para tornar isso possível teve que enviar Seu Filho Unigênito. O Filho obediente ao Pai se fez homem, foi feito pecado e maldição, e em uma vergonhosa cruz se fez um conosco. Não só carregou nossos pecados, mas juntou-se com a nossa natureza pecaminosa, com nosso velho homem. Ele tornou-se um com a nossa baixeza e miséria, com nosso egoísmo e soberba, com nossas ambições, nossa luxúria, nosso afán de poder, de ser o primeiro. Ele se fez um com o nossos ciúmes, invejas, rancores, ódios, inimizades… e ao morrer, junto com ele matou nossa maldade. Sabendo isto, que o nosso velho homem foi crucificado juntamente com ele, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado como escravos. (Romanos 6:6).

O maior obstáculo para a unidade da igreja não são as denominações, é a carne. A carne com denominação e sem denominação. Minha carne, tua carne. E isso é o que Jesus crucificou na cruz. A Bíblia declara que “Os que são de Cristo crucificaram a carne, com as suas paixões e desejos” (Gálatas 5:24).

Não só isso, mas Cristo fez algo mais. Nos vs 22-23, Jesus disse ao Pai:

“A glória que me deste, eu a tenho dado para que sejam um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade”

Que é a glória?

São as manifestações visíveis dos atributos invisíveis de Deus Paulo proclama que Cristo “é a imagem do Deus invisível” (Cl 1:15). E que nele “habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Cl 2:9). Todos os atributos e virtudes morais do Pai estavam em Jesus. Isso é glória.

João, falando de Jesus, dá testemunho: Aquele Verbo (invisível) se fez carne (visível), e habitou entre nós, e vimos a sua glória, glória como do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade. (João 1:14). Era impossível que os doze apóstolos, cada um com as suas ambições carnais de poder, de querer ser o primeiro, pudessem ser um. Mas, depois do Pentecostes, não houve mais discussões entre eles.

Eles eram um. E não só eles, mas Atos 4:32 nos diz que “a multidão dos que criam, era um só coração e uma só alma; e ninguém dizia que coisa alguma do que possuia era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns”. Quando Paulo repreendeu a Pedro duramente, Pedro poderia ter dito: “Como você se atreve a repreender-me, se tu nem sequer és dos doze”. Pedro, com humildade, aceitou a correção. O que é isso? É glória, é a humildade de Cristo em Pedro. E, por sua vez, foi a autoridade de Cristo em Paulo.

O que é o que produziu essa unidade?

A glória do Pai que estava no Filho, e a glória do Filho no coração dos discípulos. Aleluia! O egoísmo tinha sido superado pelo amor. A carne, pelo Espírito. O individualismo pela unidade de todos os redimidos. Deus pelo Seu Espírito irá enchendo sua igreja de glória, até que sejamos cheios de toda a plenitude de Deus. Amém!

O resultado da unidade

A primeira parte desta oração dá a impressão de um certo desinteresse de Jesus pelo mundo, por toda a humanidade. Especialmente no versículo 9, quando ele diz: “… Eu não rogo pelo mundo, mas por eles.” Mas, logo, torna-se muito evidente a carga e preocupação de Jesus por toda a humanidade, nas seguintes passagens:
v.15: Não peço que os tires do mundo…
v.18: Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo.
v.21:… Que todos sejam um… para que o mundo creia que tu me enviaste.
v.23:… Que eles sejam perfeitos em unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim.

O resultado da unidade da igreja será que o mundo crerá.

Como está o mundo hoje?

Dividido. Há muita violência familiar, divórcios, lutas nas ruas. Há muita inimizade a nível político, social, econômico. Prevalece o individualismo, a luta, as ambições, o amor ao dinheiro, a injustiça social. Dolorido. Há muita dor, sofrimento, exploração do trabalho, exploração sexual, enfermidades, filhos viciados em drogas, fome. Confuso. Não encontram a solução para seus problemas familiares, para a criminalidade, as injustiças, a tóxico dependência, a destruição das famílias, para os conflitos a nível nacional e internacional.

A única esperança para as nações

A única esperança para o mundo é a igreja de Cristo. Por isso Jesus orou com tanto fervor e insistência: Pai que todos sejam um… PARA QUE O MUNDO CREIA.

Profetizamos que a igreja irá experimentando gradualmente a unidade de todos os filhos de Deus aqui na terra. Esta unidade está pré-determinada pelo Deus soberano e onipotente desde antes da fundação do mundo, e é garantida pela presença do ressuscitado e vitorioso Senhor Jesus Cristo em sua igreja, o qual, desafiando a história, os principados e potestades, proclamou:

“EDIFICAREI A MINHA IGREJA; E AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA ” (MATEUS 16:18)

Texto original em anexo para download.
Ministração de Jorge Himitian em Pau Amarelo.


Esta ministração faz parte de um conjunto de 4:

  1. O legado de Jesus: Qualidade
  2. O legado de Jesus: Quantidade
  3. O legado de Jesus: Unidade
  4. O legado de Jesus: Realidade

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