Desejo e esforço de Deus a que sejamos parecidos com Ele – Vida justa

Desejo e esforço de Deus a que sejamos parecidos com Ele – Vida justa

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Vida justa

“Que diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne? Porque, se Abraão foi justificado pelas obras, tem de que se gloriar, mas não diante de Deus. Pois, que diz a Escritura? Creu Abraão em Deus, e isso lhe foi imputado como justiça. Ora, àquele que faz qualquer obra não lhe é imputado o galardão segundo a graça, mas segundo a dívida. Mas, àquele que não pratica, mas crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada como justiça. Assim também Davi declara bem-aventurado o homem a quem Deus imputa a justiça sem as obras, dizendo: Bem-aventurados aqueles cujas maldades são perdoadas, E cujos pecados são cobertos. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa o pecado.” – Romanos 4:1-8.

O que é uma vida justa?

Mais do que entendermos que uma vida justa é viver em justiça é saber que fomos justificados.

O único que trabalhou e foi digno diante de Deus foi Cristo. Jesus era o messias esperado por todos os profetas. Todos que morreram antes da cruz, morreram na fé olhando para o futuro e os que morreram após a cruz, foram justificados e morreram em fé sabendo que foram justificados.

Quando pensamos em nossa própria justiça temos que saber o que Deus fala sobre ela. Em Isaías temos que nós somos como trapos de imundície, estes trapos na realidade são os que os leprosos se cobriam, cheios de sujeira e apodrecidos, panos que as mulheres usavam em suas menstruações e que deviam ser queimados e assim nos apresentaremos a Deus. Não há nenhum justo e todos são inúteis.

Mas quando olhamos para Jesus, vemos que Deus o exaltou sobremaneira lhe dando um nome acima de todos os nomes e então precisamos entender que Deus não estava usando de bondade ou misericórdia com Jesus, Ele estava pagando sua dívida. Ele era obrigado a exaltar Jesus porque Ele foi digno e justo. Jesus passou pela terra sem pecado e sem engano e Deus podia sondar os pensamentos de Dele e saber que os Seus pensamentos eram iguais. Jesus é a imagem perfeita de Deus, então quando Deus o Exaltou, ele tinha essa obrigação de fazer. Jesus era justo.

E quanto a nós? A condição é crer naquele que justifica o ímpio e então quando cremos em Jesus a Sua justiça é imputada em nós.

Imputar é contrário de amputar. Deus amputa nossa condenação e imputa a Justiça de Cristo, então há necessidade de andarmos sabendo que somos justos por Cristo.

“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós.” – 1 João 1:7-9.

A nossa justificação não foi concedida pelo amor de Deus porque o amor não pode justificar e Satanás se esforça para que nós tentemos nos justificar diante de Deus com nossas próprias forças.

Justificação é algo feito por meio da justiça e Deus não ignora nosso pecado, ele não faz vista grossa. Todo pecado recebe justo castigo, então Deus precisava de um homem perfeito para fazer convergir nele toda culpa destruindo-o em nosso lugar.

Quando lemos que Deus é fiel e justo, se diz respeito ao fato que Deus não pode negar a aliança feita conosco. Se eu creio em Jesus a justiça de Jesus me é imputada independente de minhas obras e Ele é justo para nos perdoar porque ele já condenou Jesus, então Ele não pode mais nos condenar.

Se Deus condenou Jesus pelo meu pecado, não posso ser condenado novamente. Ele não condena duas pessoas pelo mesmo pecado e quando não entendemos isto ficamos lutando para querer ser agradável a Deus afim de sermos justificados e Deus inverte a questão dizendo: “você já é justificado agora torne-se meu servo e viva em justiça”.

Por mais que nos esforcemos, não conseguimos nos justificar diante de Deus. É preciso tomar a justiça que foi feita através da morte de Cristo.

“Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo;” – Romanos 5:1

A minha fé em Jesus me traz paz com Deus pois já sou justificado mediante a confissão dos pecados.

“Ora, se já morremos com Cristo, cremos que também com ele viveremos; Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus. Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniquidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça.” – Romanos 6:8-14.

Congresso de Jovens 2011 – (23/07 – Manhã)


Esta ministração faz parte de um conjunto de 3:

  1. Desejo e esforço de Deus a que sejamos parecidos com Ele – Vida sensata
  2. Desejo e esforço de Deus a que sejamos parecidos com Ele – Vida justa
  3. Desejo e esforço de Deus a que sejamos parecidos com Ele – Vida piedosa

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