A compreensão do Reino

Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu… (Mateus 6:10)

O Reino de Deus não é um lugar, um território. Não é o céu. Não é a Igreja. Não é alguma coisa, um objeto, um estado. Gramaticalmente falando, a palavra Reino é um substantivo. Existem substantivos que indicam coisas, pessoas, lugares, sentimentos, etc. Mas, também existem substantivos que indicam ação, por exemplo: a palavra salvação é substantivo que indica ação.

O dicionário traduz esta palavra como: ação de salvar. Preparação: ação de preparar. Reino é um substantivo que indica uma ação. REINO é uma ação de reinar. O Reino de Deus é uma ação. Essa ação é um ato, é a realidade mais absoluta do universo. O Reino de Deus é o reinar de Deus. Esta realidade não pode ser vista pelos olhos físicos. Por isso Jesus disse que: “todo aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus” (João 3:3).

O universo não está à deriva! No universo existe um centro e neste centro existe um trono, neste trono Deus está reinando. Ele REINA! E sempre reinou!
O Seu Reino é um Reino de todos os séculos e Seu Senhorio de todas as gerações.

O Seu trono está firme eternamente e para sempre. Ele reina sobre tudo o que existe, Ele sustenta todas as coisas através da palavra do Seu poder. Ele é a autoridade suprema do universo, reina sobre os anjos, sobre principados e potestades, sobre satanás e seus demônios. Reina sobre as nações, sobre os reis, sobre os homens, sobre a natureza.

Ele é o Senhor da história!

O Reino de Deus significa que Ele é o dono de tudo o que existe. “Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que ela contém, o mundo e os que nele habitam.” (Salmos 24:1). Tudo o que existe no mundo pertence ao Senhor. Todos os campos, as montanhas, os mares, os peixes, os animais. Toda a fauna, os minerais, os homens, tudo, absolutamente tudo, pertence ao SENHOR.

Legitimamente, por direito inerente, Ele é o criador de tudo. Nós não somos donos de nada, nada é nosso.

Nosso corpo, nossa família, nossos filhos, terreno, a casa, o dinheiro, o tempo, a saúde, os dons, os talentos. Tudo, absolutamente tudo, pertence ao Senhor. Ele é o juiz universal. Um dia todos nós devemos nos apresentar diante dEle para prestarmos contas do que fizemos e o que decidimos em nossas vidas, se vivemos de acordo com a vontade de Deus ou a nossa. Tudo o que fizemos com os nossos bens que nos foi confiado para que administrássemos.
Nada será escondido neste dia. “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo.” (Hebreus 9:27).

Esse Rei do universo se fez homem na pessoa de seu filho, o filho de Deus, o verbo eterno se fez carne, o Rei se fez servo, o dono de tudo se fez pobre, o criador se tornou criatura, o juiz deixou a sala do trono para ocupar o lugar do réu, de pecador.

Por quê? Para quê? Por que todos nós estávamos rebelados contra o seu Reino, pecamos contra Ele, desconhecíamos a sua autoridade, vivíamos como queríamos, mas Ele nos amou. Ele veio para nos salvar, para nos dar uma nova oportunidade. Veio nos chamar para o arrependimento, nos chamar para o seu Reino. Foi por todas as partes anunciando as boas noticias do Reino, dizendo: “O tempo está cumprido, e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho.” (Marcos 1:15)

O Reino de Deus chegou? Onde? Como?

Aquele que reina está entre nós, bem-aventurados os que creem, bem-aventurados os humildes, os que choram, os mansos… porque deles é o Reino de Deus. Daqueles que buscam primeiro o Reino de Deus, que desejam que Ele governe a sua vida, as demais coisas são secundárias, o Pai nos dará as demais coisas.

Aqueles que quando oram rasgam o seu coração dizendo: “Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu…” (Mateus.6:9-10).

O Filho de Deus, para poder salvar-nos carregou nossos pecados sobre o seu corpo, morreu na cruz em nosso lugar, pagou a nossa condenação. Mas ao terceiro dia, ressuscitou, foi exaltado pelo Pai, se assentou em seu trono, e o Pai o fez Senhor! Para que Jesus seja o nosso Salvador, devemos reconhecê-lo como Senhor.

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